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	<title>Pharma - NuOn Health</title>
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	<description>Consultoria &#38; Acesso em Saúde</description>
	<lastBuildDate>Sun, 18 May 2025 23:20:59 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pharma - NuOn Health</title>
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	<item>
		<title>Novo Nordisk e Septerna fecham acordo para pílulas contra obesidade</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/novo-nordisk-e-septerna-fecham-acordo-para-desenvolver-pilulas-contra-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 23:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação / Foto: iStock phakphum patjangkata A dinamarquesa Novo Nordisk anunciou um acordo global de colaboração com a norte-americana Septerna para o desenvolvimento de medicamentos orais à base de pequenas moléculas voltados ao tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e outras doenças cardiometabólicas. Segundo o comunicado conjunto, a parceria pode render até US$ 2,2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação / Foto: iStock phakphum patjangkata</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A dinamarquesa Novo Nordisk anunciou um acordo global de colaboração com a norte-americana Septerna para o desenvolvimento de medicamentos orais à base de pequenas moléculas voltados ao tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e outras doenças cardiometabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o comunicado conjunto, a parceria pode render até US$ 2,2 bilhões à Septerna, incluindo mais de US$ 200 milhões em pagamentos iniciais e de curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fechamento do acordo está sujeito a condições regulatórias e deve ocorrer no segundo trimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programas em parceria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Septerna utilizará sua plataforma proprietária, a Native Complex Platform, para acelerar a descoberta de fármacos, enquanto a Novo Nordisk será responsável pelo financiamento de todas as atividades de pesquisa e desenvolvimento dos programas em parceria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas atuarão em conjunto até a seleção dos candidatos a medicamentos. A partir das fases pré-clínicas (IND-enabling), a farmacêutica dinamarquesa assumirá sozinha o desenvolvimento e a comercialização global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do acordo é desenvolver terapias orais contra alvos específicos da família dos receptores acoplados à proteína G (GPCRs, na sigla em inglês), como os receptores de GLP-1, GIP e glucagon.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/novo-nordisk-e-septerna-fecham-acordo-para-desenvolver-pilulas-contra-obesidade/">Novo Nordisk e Septerna fecham acordo para pílulas contra obesidade</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Co-criação e talento global redesenham o futuro dos medicamentos</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/co-criacao-e-talento-global-redesenham-o-futuro-dos-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2025 21:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação O modelo tradicional de pesquisa e desenvolvimento (P&#38;D) farmacêutico, baseado em estruturas isoladas de inovação, vem mostrando limitações diante da crescente complexidade dos desafios biomédicos modernos. Diante desse cenário, abordagens colaborativas ganham força, apostando na co-criação como estratégia para acelerar a descoberta de novos medicamentos. Christian Tidona, empreendedor em biotecnologia, investidor-anjo e fundador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo tradicional de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) farmacêutico, baseado em estruturas isoladas de inovação, vem mostrando limitações diante da crescente complexidade dos desafios biomédicos modernos. Diante desse cenário, abordagens colaborativas ganham força, apostando na co-criação como estratégia para acelerar a descoberta de novos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Christian Tidona, empreendedor em biotecnologia, investidor-anjo e fundador do Instituto BioMed X, sediado em Heidelberg, Alemanha, defende que o futuro da inovação farmacêutica passa necessariamente pela união de esforços entre especialistas de diferentes áreas. Segundo Tidona, a combinação de conhecimento em oncologia, imunologia, neurociência, tecnologias de plataforma e inteligência artificial tem potencial para ampliar a capacidade de inovação, ultrapassando o que iniciativas isoladas poderiam alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de promover a colaboração científica, o modelo proposto permite que empresas farmacêuticas externalizem projetos de pesquisa exploratória considerados de alto risco. Nesse formato, companhias parceiras acompanham todo o desenvolvimento, do conceito inicial à entrega dos resultados, mantendo a propriedade intelectual sobre as descobertas e reduzindo a exposição a riscos financeiros e operacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo vem sendo testado em seu instituto com cases promissores. Um dos pilares, segundo Tidona, é a formação de equipes multidisciplinares. Para isso, ele criou um programa batizado de Career Space, que atrai jovens cientistas de diferentes países. Após um processo seletivo rigoroso, os pesquisadores se mudam para os laboratórios em Heidelberg ou New Haven, nos Estados Unidos, e passam a integrar projetos que buscam soluções inovadoras para desafios como câncer, distúrbios psiquiátricos e doenças autoimunes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia de reunir talentos diversos em ambientes de laboratório abertos tem se mostrado eficaz para estimular a criatividade e gerar descobertas que cruzam fronteiras científicas tradicionais. De acordo com o Instituto, as publicações e resultados obtidos por essas equipes evidenciam que diversidade e colaboração são fatores centrais para impulsionar a inovação biomédica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que novas tendências do setor são discutidas em eventos do setor, o modelo de inovação aberta defendido por Tidona aponta para uma transformação na forma como a indústria de saúde encara o desenvolvimento de novas terapias — cada vez mais baseada em redes colaborativas e globais de conhecimento.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/co-criacao-e-talento-global-redesenham-o-futuro-dos-medicamentos/">Co-criação e talento global redesenham o futuro dos medicamentos</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pílula para perda de peso tem resultado semelhante ao Ozempic</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/pilula-para-perda-de-peso-tem-resultado-semelhante-ao-ozempic-diz-farmaceutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 13:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=15057</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Reuters Uma pílula experimental da Eli Lilly funcionou tão bem quanto o medicamento blockbuster Ozempic para reduzir peso e açúcar no sangue em um ensaio com pacientes diabéticos, e a empresa disse que espera solicitar aprovações regulatórias até o final do ano. As ações subiram 16% à medida que os resultados do estudo, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Reuters</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pílula experimental da Eli Lilly funcionou tão bem quanto o medicamento blockbuster Ozempic para reduzir peso e açúcar no sangue em um ensaio com pacientes diabéticos, e a empresa disse que espera solicitar aprovações regulatórias até o final do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações subiram 16% à medida que os resultados do estudo, o primeiro de vários em andamento sobre a pílula, orforglipron, aumentaram as esperanças de um tratamento eficaz e fácil de usar chegando a um mercado dominado por injeções para perda de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio de fase 3 da Lilly mostrou que pacientes com diabetes tipo 2 perderam cerca de 7 kg, ou quase 8% do seu peso corporal, ao longo de 40 semanas. Isso se compara favoravelmente com o medicamento injetável Ozempic da Novo Nordisk, onde pacientes diabéticos na dose mais alta perderam aproximadamente 6% do seu peso corporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lilly disse que a perda de peso não havia atingido um platô no momento em que o estudo terminou, sugerindo que os pacientes poderiam perder mais peso. A pílula reduziu os níveis de açúcar no sangue em uma média de 1,3%. O medicamento concorrente reduziu os níveis em 2,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias empresas estão trabalhando para desenvolver pílulas de perda de peso, encorajadas por estimativas de que as vendas de tratamentos para obesidade podem atingir US$ 150 bilhões nos próximos anos. Os dados mais recentes colocam a Lilly firmemente na liderança na corrida por medicamentos orais eficazes que possam competir com injeções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ozempic, aprovado para diabetes em 2017, é projetado para atingir um hormônio intestinal chamado GLP-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele compete com o tirzepatide injetável da Lilly, vendido sob o nome de Mounjaro. Como o Ozempic, o orforglipron visa apenas o GLP-1, mas diferentemente dos peptídeos que imitam hormônios, é um medicamento sintético de molécula pequena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Facilmente fabricado</strong><br>Pílulas como o orforglipron poderiam significar acesso mais amplo a opções eficazes de perda de peso, já que a fabricação é mais simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lilly disse que o perfil de segurança do fármaco era consistente com outros GLP-1s, aliviando algumas preocupações sobre um potencial obstáculo para as vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os &#8220;dados são fantásticos do ponto de vista da eficácia&#8221;, disse Kevin Gade, diretor de operações da Bahl &amp; Gaynor, que possui ações da Lilly.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lilly disse que relatará dados de outro ensaio para a pílula para gerenciamento de peso ainda este ano. &#8220;Embora este ensaio por si só seja muito bom, isso apenas pressagia extremamente bem para o ensaio deles em pacientes com obesidade&#8221;, disse Gade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ensaio de fase final descobriu que 13% a 18% dos pacientes que receberam o medicamento experimentaram náusea em todas as doses, em comparação com 2% com placebo. A taxa de diarreia foi de 19% a 26%, e vômito de 5% a 14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses resultados validam firmemente o perfil tolerável do orforglipron&#8221;, disse Seigerman.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lilly disse que nenhum sinal de segurança relacionado ao fígado foi observado em seu ensaio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa disse que 8% dos pacientes na dose mais alta de orforglipron descontinuaram o tratamento devido a eventos adversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os níveis de HbA1c, uma medida de açúcar no sangue ao longo do tempo, caíram em média de 1,3% a 1,6% em todas as doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após 40 semanas de tratamento no ensaio de múltiplas doses, a Lilly disse que o orforglipron uma vez ao dia mostrou reduções de peso corporal de 4,7% com 3 mg, 6,1% com 12 mg e 7,9% com 36 mg. Pacientes com placebo perderam 1,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A farmacêutica afirmou estar confiante em sua capacidade de lançar o orforglipron mundialmente sem restrições de fornecimento, se aprovado.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/pilula-para-perda-de-peso-tem-resultado-semelhante-ao-ozempic-diz-farmaceutica/">Pílula para perda de peso tem resultado semelhante ao Ozempic</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Roubo de carga de medicamentos: perdas de R$ 283 mi</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/roubo-de-cargas-de-medicamentos-gera-perdas-de-r-283-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14999</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Abradimex O roubo de cargas de medicamentos impactou, no ano passado, mercadorias avaliadas em R$ 283 milhões. O cenário acende o sinal de alerta e força uma crescente pressão de custos no setor farmacêutico, conforme apontam dois estudos encomendados pela ABRADIMEX – Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares. A entidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Abradimex</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O roubo de cargas de medicamentos impactou, no ano passado, mercadorias avaliadas em R$ 283 milhões. O cenário acende o sinal de alerta e força uma crescente pressão de custos no setor farmacêutico, conforme apontam dois estudos encomendados pela ABRADIMEX – Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade reúne as 15 maiores distribuidoras especializadas do país, que respondem por quase 75% das vendas de remédios de alta complexidade para hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde e instituições ambulatoriais. Os relatórios foram produzidos pela consultoria Deloitte e pela Overhaul, plataforma global de gerenciamento e prevenção de riscos em transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora representem apenas 2% das cargas roubadas no Brasil, os produtos farmacêuticos – boa parte deles sujeitos a controles de temperatura – caracterizam-se pelo alto valor agregado, facilidade para revenda e dificuldade de rastreamento. E para 52% dos especialistas em risco consultados pela Deloitte, a tendência é de avanço no número de casos em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mitigar perdas e danos decorrentes dessas ações criminosas, 100% das distribuidoras ampliaram investimentos em segurança, incluindo a adoção de veículos blindados, escolta e soluções de tecnologia como câmeras e blindagem elétrica nos baús.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As empresas ainda arcam com a elevação do frete de 5% a 10% em zonas de risco e com o encarecimento do seguro, cujos valores até duplicaram em algumas distribuidoras”, informa Paulo Maia, presidente executivo da ABRADIMEX.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança nas distribuidoras de medicamentos em 2024</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(aumento dos investimentos das empresas em % nos últimos dois anos)</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>50% das empresas      |     até   20%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>33% das empresas      |     20% &#8211; 40%</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>17% das empresas      |    40% &#8211; 60%</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fontes: Deloitte/ABRADIMEX</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perfil do roubo de cargas de medicamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os indicadores da Overhaul, os estados do Rio de Janeiro e São Paulo concentraram mais de 77% dos roubos de carga notificados pelas distribuidoras, seguidos respectivamente por Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Do total de ocorrências, 86% decorreram de ações dos bandidos em rodovias e vias urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estados com maior ocorrência de roubo de cargas (em %)</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio de Janeiro                            40,9</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>São Paulo                                    36,4</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio Grande do Sul                        4,5</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Minas Gerais                                4,5</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Paraná                                           4,5</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fontes: Overhaul/ABRADIMEX</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roubos em vias urbanas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise dos roubos em vias urbanas, a liderança do Rio de Janeiro torna-se ainda mais expressiva – 56%, contra 28% de São Paulo. Já o estado paulista é palco de 47% dos crimes do gênero nas estradas. A Avenida Brasil, rodovia metropolitana fluminense, é considerada o local de maior periculosidade, com 14,3% dos casos. Na sequência aparece a Rodovia Anhanguera (10,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Considerando as distribuidoras que integram a ABRADIMEX, realizamos em torno de 10 milhões de entregas mensais e abastecemos 80% dos hospitais privados e 61% das clínicas no Brasil. Esses números ratificam o papel fundamental desses agentes para viabilizar o acesso da população a tratamentos de doenças raras e de alta complexidade, o que é seriamente comprometido pelo crime organizado”, adverte Maia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dias e horários mais visados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa apontou também os períodos mais visados pelos criminosos para a prática dos roubos. Mais de 60% dos episódios aconteceram às terças ou quartas-feiras, majoritariamente no intervalo entre 6 e 18h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dias mais visados para roubo de cargas (em % de ocorrências)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta-feira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 34%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 27%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sexta-feira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 16%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quinta-feira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 9%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Domingo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 9%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda-feira                     3%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sábado                                2%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fontes: Overhaul/ABRADIMEX</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horários mais visados para roubo de cargas (em % de ocorrências)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">6 às 12h&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 43%</p>



<p class="wp-block-paragraph">12 às 18h               36%</p>



<p class="wp-block-paragraph">0 às 6h                   14%</p>



<p class="wp-block-paragraph">18 às 24h&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 7%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fontes: Overhaul/ABRADIMEX</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/roubo-de-cargas-de-medicamentos-gera-perdas-de-r-283-milhoes/">Roubo de carga de medicamentos: perdas de R$ 283 mi</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Ipsos/Sindusfarma revela genéricos mais indicados</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/pesquisa-ipsos-sindusfarma-revela-genericos-mais-indicados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 21:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14948</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Guia da Farmácia Quais são os medicamentos genéricos mais recomendados pelos médicos? A oitava edição da pesquisa Performance Farmacêutica, conduzida pela Ipsos em parceria com Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), traz insights e o ranking de empresas que tiveram a melhor performance no último ano na avaliação de 650 médicos de 16 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Guia da Farmácia</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais são os medicamentos genéricos mais recomendados pelos médicos? A oitava edição da pesquisa Performance Farmacêutica, conduzida pela Ipsos em parceria com Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), traz insights e o ranking de empresas que tiveram a melhor performance no último ano na avaliação de 650 médicos de 16 especialidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa consultou os profissionais entre julho e agosto de 2024 e analisou várias dimensões das indústrias farmacêuticas, como imagem corporativa, inovação, confiança, melhores representantes, produtos, interações digitais, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao longo dos últimos oito anos, a Ipsos, em parceria com o Sindusfarma, tem conduzido pesquisas sobre o desempenho da indústria farmacêutica. Este período foi marcado por mudanças significativas, tanto globalmente quanto na forma como conduzimos nossas operações. Um dos principais marcos foi o monitoramento da percepção da comunidade médica sobre a indústria farmacêutica, antes e depois da pandemia. Desde 2020, adicionamos ao estudo um foco específico na percepção digital”, resume a Diretora de Healthcare na Ipsos, Ana Luiza Pesce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento de lançamento do estudo foi realizado em São Paulo (SP), com a presença do CEO da Ipsos no Brasil, Marcos Caliari, que destacou que a saúde é, atualmente, a principal preocupação do brasileiro, seguida de violência, desigualdade social e inflação, segundo levantamento do instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais recente estudo global de tendências da Ipsos também destaca que uma delas é a saúde consciente, ou seja, a saúde deixa de ser um tratamento para se tornar um processo holístico, no qual o bem-estar mental é tão ou mais importante que o físico. “Além disso, a saúde está cada vez mais interconectada. Saúde não é mais apenas remédio, mas alimentação e tecnologia, com dispositivos conectados que monitoram o corpo, por exemplo”, disse Caliari.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inteligência artificial na indústria farmacêutica<br></strong>Durante o evento, também foi realizado um painel de discussão sobre o papel crescente da inteligência artificial na área da saúde. Executivos da Ipsos, Sanofi e EMS participaram do bate-papo compartilhando experiências e adaptações decorrentes dessa evolução tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Chief Comercial Officer Healthcare da Ipsos Global, Jo Appleton, também esteve presente para falar sobre as possibilidades que a Inteligência Artificial Generativa traz para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O estudo deste ano traz a inteligência artificial para a discussão e a indústria precisa participar ativamente desse processo. Não dá para fugir dessa onda digital”, afirmou o consultor da Gerência de Inteligência de Mercado e Business Support do Sindusfarma, Fabio Moreira, também presente no evento. Para ele, a IA é o futuro e representa um desafio que requer maior engajamento da indústria farmacêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marcas de genéricos mais recomendadas<br></strong>De acordo com a pesquisa, na dimensão que avaliou os genéricos, Eurofarma e EMS são reconhecidos como os laboratórios principais em termos de percepção de qualidade nos últimos três anos. “Em 2024, Eurofarma lidera com 19% das menções, enquanto EMS segue de perto com 15%. Esta coerência sugere uma forte presença e reputação contínua no mercado de genéricos”, diz Ana Luiza, da Ipsos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Medley mostra uma ligeira redução na percepção geral, especialmente quando considerada a comparação entre 2022 e 2024. No entanto, continua forte em várias especialidades. Já a Neo Química e Sandoz apresentam flutuações em sua posição, mas ainda mantêm uma boa presença geral”, avalia a executiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela explica que alguns laboratórios ganharam a preferência em áreas específicas. “EMS tem uma forte preferência entre endocrinologistas e ginecologistas ao longo dos anos. Aché e Biolab também são notavelmente reconhecidos em várias especialidades, frequentemente posicionados no top 5. Alguns laboratórios, como Momenta e Biolab, têm presenças intermitentes, aparecendo em certas especialidades, mas não tendo uma presença consistente no ranking geral”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça, a seguir, os resultados da pesquisa em relação a medicamentos genéricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RANKING GENÉRICOS DE QUALIDADE<br></strong>PESQUISA PERFORMANCE FARMACÊUTICA 2025 – IPSOS/SINDUSFARMA</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oncologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º MSD e AstraZeneca</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Libbs</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hematologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma e EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Janssen</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neurologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Psiquiatra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Urologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reumatologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cardiologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Eurofarma e Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Endocrinologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º EMS e Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gastroenterologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pneumologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Otorrino</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ginecologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pediatra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dermatologista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ortopedista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º EMS</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Clínico Geral</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1º Eurofarma</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º Aché</p>



<p class="wp-block-paragraph">3º Medley</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/pesquisa-ipsos-sindusfarma-revela-genericos-mais-indicados/">Pesquisa Ipsos/Sindusfarma revela genéricos mais indicados</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mounjaro supera Wegovy e Ozempic?</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/mounjaro-supera-wegovy-e-ozempic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 19:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14925</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Exame A farmacêutica Eli Lilly vai lançar o medicamento Mounjaro, indicado para diabetes, no Brasil em 7 de junho. Estudos da empresa compararam a perda de peso entre a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro e do Zepbound, e a semaglutida, presente no Ozempic e no Wegovy. Os resultados indicaram que a tirzepatida proporcionou uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Exame</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A farmacêutica Eli Lilly vai lançar o medicamento Mounjaro, indicado para diabetes, no Brasil em 7 de junho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos da empresa compararam a perda de peso entre a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro e do Zepbound, e a semaglutida, presente no Ozempic e no Wegovy. Os resultados indicaram que a tirzepatida proporcionou uma redução de peso 47% maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamentos dessa categoria, conhecidos como análogos de GLP-1, ganharam popularidade globalmente devido à sua eficácia no tratamento da obesidade. A semaglutida, da Novo Nordisk, é a mais conhecida e está disponível como Ozempic para diabetes tipo 2 e como Wegovy, em doses maiores, para emagrecimento. Ambos possuem aprovação da Anvisa no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Eli Lilly entrou no mercado com a tirzepatida, que se diferencia por ser um duplo agonista, atuando tanto no GLP-1 quanto no GIP. Inicialmente lançada como Mounjaro para diabetes, a substância rapidamente passou a ser usada off-label para emagrecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, a farmacêutica obteve aprovação nos EUA para comercializá-la também contra a obesidade, sob o nome de Zepbound, embora sua formulação e dosagens sejam idênticas às do Mounjaro. Seu principal concorrente é o Wegovy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, estudos individuais indicavam que a tirzepatida promovia maior perda de peso, mas faltava uma comparação direta entre os medicamentos ao longo do do tempo. Para isso, a Eli Lilly conduziu um teste clínico com 751 participantes nos EUA e em Porto Rico, todos com obesidade ou sobrepeso associado a condições como hipertensão, apneia do sono ou doenças cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os voluntários foram divididos em dois grupos: um recebeu a dose máxima tolerada da tirzepatida (10 mg ou 15 mg), e o outro, a maior dose da semaglutida (1,7 mg ou 2,4 mg). Após 72 semanas de acompanhamento, constatou-se que os pacientes que usaram Mounjaro perderam, em média, 20,2% do peso corporal, enquanto os tratados com Wegovy e Ozempic registraram uma redução de 13,7%. Ajustados os números, a eficácia da tirzepatida foi 47% superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, 31,6% dos participantes que usaram tirzepatida eliminaram ao menos 25% do peso, contra 16,1% daqueles que tomaram semaglutida. Em relação aos efeitos colaterais, a Eli Lilly afirma que ambos os medicamentos apresentaram reações gastrointestinais como náuseas, vômitos e diarreia, em geral de intensidade leve a moderada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como funcionam esses medicamentos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto a tirzepatida quanto a semaglutida imitam a ação do hormônio GLP-1, presente em diversas partes do corpo. No pâncreas, ele estimula a produção de insulina, beneficiando pacientes com diabetes. No estômago, desacelera a digestão, enquanto no cérebro ativa a sensação de saciedade, reduzindo o consumo calórico e levando à perda de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal diferença entre as duas substâncias é que a semaglutida age exclusivamente no GLP-1, enquanto a tirzepatida também estimula o GIP, potencializando os efeitos metabólicos. Pesquisas já testam uma nova geração de medicamentos ainda mais potentes, os chamados triplo agonistas. A retatrutida, outra aposta da Eli Lilly, adiciona a ação sobre o hormônio GCC, demonstrando resultados promissores no tratamento da obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quanto o Mounjaro vai custar no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa informou que o preço máximo ao consumidor será de R$ 3.627,82 por caneta com seis doses, suficiente para um mês de tratamento. No entanto, esse valor pode variar conforme a prática do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovado pela Anvisa em 2023 para o tratamento do diabetes tipo 2, o Mounjaro&nbsp;ainda não está disponível nas farmácias brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o medicamento só pode ser adquirido no Brasil via importação. A Anvisa permite a compra de até seis caixas, contendo 24 canetas no total, para um tratamento de seis meses. O custo estimado dessa importação fica entre R$ 40 mil e R$ 55 mil.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/mounjaro-supera-wegovy-e-ozempic/">Mounjaro supera Wegovy e Ozempic?</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aprovada a primeira insulina semanal para diabetes 1 e 2</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/aprovada-a-primeira-insulina-semanal-para-diabetes-1-e-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 20:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14858</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Brasil A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira insulina semanal do mundo para o tratamento de pacientes adultos com diabetes tipo 1 e 2 no Brasil. Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk. Apesar da aprovação, não há data prevista para lançamento no país. Em nota, o fabricante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a primeira insulina semanal do mundo para o tratamento de pacientes adultos com diabetes tipo 1 e 2 no Brasil. Trata-se da medicação Awiqli, produzida pela farmacêutica Novo Nordisk. Apesar da aprovação, não há data prevista para lançamento no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o fabricante informou que a aprovação foi baseada em resultados do programa de ensaios clínicos Onwards, que demonstrou a eficácia do remédio no controle dos níveis de glicose em pacientes com diabetes tipo 1, alcançando controle glicêmico comparável ao da insulina basal de aplicação diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com os estudos, a insulina icodeca também demonstrou segurança e controle glicêmico eficaz, comparável ao das insulinas basais diárias em pacientes com diabetes tipo 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A insulina icodeca permitiu um controle estável da glicemia ao longo da semana com uma única injeção semanal, sendo eficaz em pacientes com diferentes perfis, incluindo aqueles com disfunção renal. Em ambos os casos, a segurança foi um fator determinante e Awiqli não demonstrou aumento significativo de eventos adversos graves, incluindo hipoglicemia.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda</strong><br>Segundo a Novo Nordisk, a insulina semanal icodeca já foi aprovada para adultos com diabetes tipo 1 e 2 pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) e em países como Austrália, Suíça, Alemanha, Japão e Canadá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os medicamentos da Novo Nordisk devem ser vendidos sob prescrição e o tratamento deve sempre ser indicado e acompanhado por um médico habilitado. Não há data prevista de lançamento do produto no Brasil”, concluiu a farmacêutica no comunicado.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/aprovada-a-primeira-insulina-semanal-para-diabetes-1-e-2/">Aprovada a primeira insulina semanal para diabetes 1 e 2</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pesquisa com bactérias na Amazônia pode desenvolver novos medicamentos</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/pesquisa-com-bacterias-na-amazonia-pode-desenvolver-novos-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 23:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14720</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Brasil Parte da pesquisa de ponta em fármacos no Brasil se faz levando amostras de solo de Belém (PA) para um complexo de laboratórios maior que um estádio de futebol em Campinas, no interior paulista. Toda essa viagem é para colocar seres microscópicos no que é, grosso modo, o maior microscópio da América [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da pesquisa de ponta em fármacos no Brasil se faz levando amostras de solo de Belém (PA) para um complexo de laboratórios maior que um estádio de futebol em Campinas, no interior paulista. Toda essa viagem é para colocar seres microscópicos no que é, grosso modo, o maior microscópio da América do Sul, o acelerador Sirius, parte do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Com essa ferramenta, é possível entender como funcionam os genes das bactérias e quais substâncias elas conseguem criar. As equipes envolvidas buscam substâncias com potencial antibiótico e antitumoral, e os primeiros resultados foram publicados em dezembro em uma revista especializada internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo dessa viagem do solo amazônico é a parceria entre o CNPEM e a Universidade Federal do Pará (UFPA). O trabalho de campo começou recolhendo amostras de solo dos interiores do Parque Estadual do Utinga, reserva de conservação constituída em 1993 e que conta com áreas restauradas e áreas sem intervenção humana recente. O grupo investigou três espécies bacterianas das classes Actinomycetes e Bacilli isoladas, de solo da Amazônia, compreendendo bactérias do gênero Streptomyces, Rhodococcus e Brevibacillus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passo seguinte se deu quando os pesquisadores do laboratório EngBio, da UFPA, liderados por Diego Assis das Graças, usou o sequenciador PromethION, da Oxford Nanopore (Reino Unido), &#8220;que se destaca por gerar leituras de alta qualidade, permitindo o sequenciamento de genomas complexos com alta produção de dados e baixo custo. A tecnologia de sequenciamento baseada em nanoporos permite a análise em tempo real e a leitura direta de DNA. Além disso, sua portabilidade e flexibilidade o tornam adequado para aplicações em laboratório e campo”, explicou Diego, que é um dos autores do primeiro artigo escrito a partir dessa fase da pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse sequenciamento, foi possível olhar para os genes e entender como eles atuam na construção de enzimas, e os caminhos que as tornam moléculas mais complexas. Metade delas era desconhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos dados foi feita também no LNBio e utilizou o Sirius. Esse sequenciamento é muito mais acessível, em termos de custos e tempo, do que era há uma ou duas décadas. Com isso, é possível analisar o que Trivella explicou serem bactérias &#8220;selvagens&#8221;, ou seja, aquelas encontradas na natureza. A estimativa atual é que menos de 1 em cada 10 espécies de bactérias selvagens sejam cultiváveis em laboratório, e quando possível, menos de 10% dos genes que carregam são expressos em laboratório. Todo o resto é &#8220;perdido&#8221; para a ciência, sem estes métodos de ponta. &#8220;Então, existem muitas bactérias que ainda não conhecemos e muitos produtos naturais que não conseguíamos produzir em laboratório, ou os produzíamos em baixíssimo rendimento&#8221;, completou Daniela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, o lugar importa, e muito. &#8220;Os agrupamentos de genes biossintéticos são responsáveis pela produção de substâncias com potencial biológico, como medicamentos. Mesmo em organismos já estudados, como as bactérias do gênero Streptomyces, vimos que ainda há muitas substâncias desconhecidas nos exemplares isolados do solo da Amazônia. Isso mostra como o ecossistema é essencial para novas descobertas. A Amazônia, nesse sentido, continua sendo uma área rica e pouco explorada para desenvolver novos produtos”, disse em nota outro dos participantes, o pesquisador Rafael Baraúna (EngBio-UFPA), que coordenou o trabalho pela UFPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passo final foi levar a produção para uma escala de laboratório. Entendendo quais os genes que produzem cada substância, com uma técnica avançada chamada metabologenômica, os pesquisadores &#8220;convenceram&#8221; espécies de bactérias de manejo comum no laboratório a aceitarem esses genes e produzirem as substâncias, produzindo quantidades que possam ser testadas e trabalhadas. &#8220;Com o DNA codificante alvo, a bactéria domesticada, que não produzia o metabólito de interesse, passa a produzi-lo, pois recebeu artificialmente a sequência de DNA que vimos na floresta. Assim temos acesso a esta molécula para desenvolver novos fármacos a partir dela. Ou seja, um acesso a novas moléculas a partir de uma rota biotecnológica&#8221;, disse Trivella.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conjunto de testes não isola uma ou duas moléculas. Com toda a estrutura do CNPEN um laboratório dedicado, como o LNBio, pode realizar até 10 mil testes em um único dia. Essa velocidade compete com outra, voraz, a da devastação. O ano de 2024 teve o maior número de queimadas e incêndios na Amazônia nos últimos 17 anos. Para tentar ajudar na corrida, pelo lado da ciência, os investimentos para pesquisas no bioma, anunciados na última reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) estão no patamar de R$ 500 milhões nesta década, com potencial de ajudar a valorizar economicamente o território e sua cobertura original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte dos alvos são moléculas para tratar infecções e tumores, o retorno tem potencial superior ao dos investimentos. &#8220;Todos estes métodos estão condensados na Plataforma de Descoberta de Fármacos LNBio-CNPEM. Esta plataforma realiza a pesquisa em novos fármacos, indo desde a preparação de bibliotecas químicas da biodiversidade e seleção de alvos terapêuticos para o desenvolvimento de fármacos, até a obtenção da molécula protótipo (a invenção), que então passa por etapas regulatória para chegar na produção industrial e aos pacientes na clínica&#8221;, ilustra Trivella. Segundo ela as próximas fases da pesquisa levarão as equipes de campo longe até de Belém, para a Amazônia oriental. Lá esperam confirmar o potencial imenso de novas moléculas do bioma e comeár a entendê-lo ainda melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse trabalho faz parte de um esforço maior para criar um centro de pesquisa multiusuário na UFPA, apoiado pelo CNPEM e por projetos nacionais como o Iwasa’i, recentemente implementado no contexto da chamada CNPq/MCTI/FNDCT Nº 19/2024 &#8211; Centros Avançados em Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento Sustentável da Região Amazônica &#8211; Pró-Amazônia.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/pesquisa-com-bacterias-na-amazonia-pode-desenvolver-novos-medicamentos/">Pesquisa com bactérias na Amazônia pode desenvolver novos medicamentos</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Reajuste de preços de medicamentos será em três níveis</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/reajuste-de-precos-de-medicamentos-deve-ficar-abaixo-da-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 15:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste de preços de medicamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14688</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação O reajuste dos preços de medicamentos deve ser realizado em três níveis, fazendo com que parte do mercado tenha uma correção abaixo da inflação acumulada. Essa é a primeira vez desde 2021 que o reajuste fica abaixo da inflação. A estimativa de cálculo foi possível devido ao recente anúncio pela Câmara de Regulação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O reajuste dos preços de medicamentos deve ser realizado em três níveis, fazendo com que parte do mercado tenha uma correção abaixo da inflação acumulada. Essa é a primeira vez desde 2021 que o reajuste fica abaixo da inflação. A estimativa de cálculo foi possível devido ao recente anúncio pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) sobre o Fator de Produtividade da fórmula, definido em 2,459%. Para saber precisamente as faixas de reajuste, a CMED ainda precisa divulgar o Fator Y, e o IBGE deve anunciar o IPCA de fevereiro, em meados de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomposição anual da tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) de medicamentos é calculada pela seguinte fórmula, definida pela CMED: Índice de reajuste = IPCA &#8211; X + Y + Z.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindusfarma esclarece que o principal fator da fórmula é a inflação (IPCA), da qual é descontada a produtividade da indústria farmacêutica (Fator X) e à qual são somados os custos de produção não captados pelo IPCA, como variação cambial, tarifas de eletricidade e variação de preços de insumos (Fator Y).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o sindicato informa que, para promover a concorrência nos diversos segmentos do mercado de medicamentos, a CMED criou o fator Z, que reduz progressivamente o desconto da produtividade, estabelecendo, em princípio, três índices de recomposição de preços, segundo os níveis de concentração de mercado. São eles: [Nível 1] mais competitivo (sem desconto do Fator X); [Nível 2] moderadamente concentrado (desconto de 50% do Fator X); [Nível 3] muito concentrado (desconto integral do Fator X).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso não ocorra nenhum atraso, o mercado conhecerá os índices de reajuste em março, com aplicação a partir de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/reajuste-de-precos-de-medicamentos-deve-ficar-abaixo-da-inflacao/">Reajuste de preços de medicamentos será em três níveis</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Logística reversa de medicamentos cresce 38,5%</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/logistica-reversa-de-medicamentos-cresce-385/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 15:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Logística reversa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14677</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação A logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos e em desuso no Brasil está avançando rapidamente. O volume de remédios e embalagens descartados adequadamente nos pontos de coleta em 2024 já alcançou mais de 633 toneladas, o que representa um crescimento de 38,5% em comparação com o volume total de 2023. Desde 2021, quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística reversa de medicamentos domiciliares vencidos e em desuso no Brasil está avançando rapidamente. O volume de remédios e embalagens descartados adequadamente nos pontos de coleta em 2024 já alcançou mais de 633 toneladas, o que representa um crescimento de 38,5% em comparação com o volume total de 2023. Desde 2021, quando o programa entrou em vigor, mais de 1.387 toneladas já foram coletadas e receberam destinação ambientalmente adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema de Logística Reversa de Medicamentos Domiciliares de Uso Humano, Vencidos ou em Desuso, e suas Embalagens (LogMed) atende à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), regulamentada em 2020. Ela tem como objetivo promover o descarte ambientalmente adequado de medicamentos e suas embalagens, evitando assim diversas formas de poluição, como contaminação do solo e da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A logística reversa é considerada uma realidade e um sucesso. Ainda temos bastante a fazer, mas estamos no caminho certo”, afirma Oscar Yazbek Filho, presidente-executivo da Abafarma (Associação dos Distribuidores Farmacêuticos do Brasil), entidade integrante ao LogMed. Atualmente, o programa conta com 6.684 pontos ativos, em 679 municípios de 26 estados e DF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a sua implementação é relativamente recente, o LogMed já beneficia mais da metade da população, atendendo cerca de 135 milhões de pessoas em todo o Brasil, que podem fazer o descarte correto dos medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso e suas embalagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Logmed foi criado e gerido pelas 16 entidades do setor farmacêutico (varejo, distribuição e indústria). São elas: Abafarma, ABCFarma, Abifisa, Abradilan, Abrafarma, Acessa, Alanac, Grupo Farma Brasil, Febrafar, Interfarma, PróGenéricos, Sincofarma, Sindicis, Sindifargo, Sindusfarma e Sinfar-RJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística reversa de medicamentos e embalagens requer a participação de todos os envolvidos para continuar evoluindo no país, cabendo ao consumidor efetuar o descarte adequado nos pontos ativos de coleta (veja <a href="https://www.logmed.org.br/arquivos/atuais/pontos-de-descarte-21-10-2024.pdf">aqui</a>), em farmácias e drogarias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes, são transportados por distribuidores a pontos de armazenamento secundários, onde fabricantes e importadores seguirão com a destinação final ambientalmente adequada. “Todos precisam estar cientes do seu papel para que o programa atinja e supere as metas. Na Abafarma, os associados estão empenhados e motivados com o sucesso da implantação&nbsp;do sistema&nbsp;até&nbsp;agora”, diz Oscar.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/logistica-reversa-de-medicamentos-cresce-385/">Logística reversa de medicamentos cresce 38,5%</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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