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	<title>Bruno Folli - NuOn Health</title>
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	<description>Consultoria &#38; Acesso em Saúde</description>
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	<title>Bruno Folli - NuOn Health</title>
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		<title>Hospitais perdem 27% de produtividade com burnout em médicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Folli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 15:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação Um levantamento realizado em nove hospitais particulares de diferentes regiões do país revela uma perda de produtividade em torno de 27%, resultando em mais de R$ 22 milhões em custos anuais com horas perdidas. O cálculo diz respeito às atividades de médicos e demais profissionais da saúde e foi realizado com base nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento realizado em nove hospitais particulares de diferentes regiões do país revela uma perda de produtividade em torno de 27%, resultando em mais de R$ 22 milhões em custos anuais com horas perdidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cálculo diz respeito às atividades de médicos e demais profissionais da saúde e foi realizado com base nas ausências dos colaboradores (faltas no trabalho) e no índice de presenteísmo, que identifica perdas de produtividade por estresse, esgotamento físico e mental e outros fatores associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nove hospitais participantes somam mais de 12 mil colaboradores, dos quais 31,2% participaram da pesquisa, o que configura uma amostra estatisticamente válida, com nível de confiança em 95%. No total, estima-se que mais de 914 mil horas de trabalho foram perdidas no ano por conta das ausências e quedas de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um impacto econômico muito relevante, que evidencia a necessidade de promover a saúde física e mental entre todos os colaboradores, em todos os setores de atividade econômica”, destaca Mara Machado, CEO e fundadora do IQG (Instituto Qualisa de Gestão), entidade responsável pelo levantamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especificamente no setor de saúde, o risco de erros clínicos chega a ser 2,2 vezes maior em profissionais com elevado índice de burnout. Os reflexos dessa condição, caracterizada pelo esgotamento físico e mental, influenciam na capacidade cognitiva do profissional e favorecem tomadas equivocadas de decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os resultados dessa pesquisa apontam para a necessidade de aprimorar a gestão e segurança ocupacional, com foco na saúde do colaborador. Não podemos deixar que a cultura do silêncio, em que erros e falhas são pouco discutidos por medo de represálias, seja um obstáculo para o aprimoramento contínuo da segurança do paciente”, enfatiza Mara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEO do IQG destaca que o futuro da qualidade e segurança na saúde depende da conscientização de gestores e lideranças, bem como da adoção de políticas públicas robustas. “A transformação desse cenário requer um esforço coletivo para consolidar uma assistência cada vez mais segura, eficiente e humanizada, garantindo melhores desfechos clínicos e maior confiança dos pacientes no sistema de saúde”, afirma Mara.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/hospitais-perdem-27-de-produtividade-com-ausencias-e-burnout-em-profissionais-de-saude/">Hospitais perdem 27% de produtividade com burnout em médicos</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ABIIS alerta para possível crise na ANVISA</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/abiis-alerta-para-possivel-crise-na-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Folli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Jun 2024 14:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[ABIIS]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quadro de funcionários da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é insuficiente para a demanda atual e deve ficar ainda menor no próximo ano, com a possível aposentadoria de 400 técnicos. O número equivale a 25% da capacidade produtiva, hoje com 1.604 colaboradores. Contudo, apenas 50 novas vagas foram abertas em concurso público recentemente. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O quadro de funcionários da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é insuficiente para a demanda atual e deve ficar ainda menor no próximo ano, com a possível aposentadoria de 400 técnicos. O número equivale a 25% da capacidade produtiva, hoje com 1.604 colaboradores. Contudo, apenas 50 novas vagas foram abertas em concurso público recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem alerta para a questão é o presidente executivo da ABIIS (Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde), José Márcio Cerqueira Gomes, em entrevista concedida à NuOn Health. “Isso pode desencorajar a chegada de produtos e investimentos no país, privando pacientes de acesso à novos tratamentos”, destaca o executivo. Estima-se que a regulação sanitária da ANVISA esteja relacionada a produtos e serviços que, somados, representem algo em torno de 35% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São medicamentos, dispositivos médicos, diagnósticos, imunobiológicos, transplantes, alimentos, cosméticos, radioisótopos, transplantes e riscos à saúde, entre outras frentes. “Além do paciente, existe o impacto direto aos processos de inovação e todos os seus desdobramentos para a ciência e economia do país”, acrescenta Cerqueira Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da atuação regulatória da ANVISA é amplamente elogiada no Brasil, na América Latina e outras regiões. “A ANVISA regula e precisa regular. É uma barreira de proteção para a qualidade de insumos, medicamentos, produtos, advices, etc. Na pandemia, por exemplo, a sua atuação foi fundamental”, enfatiza o presidente da ABIIS. O que está em discussão é a insuficiência de mão de obra para a demanda do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em dispositivos médicos, por exemplo, estima-se que mudanças sofisticadas nos equipamentos acontecem a cada dois anos”, aponta. Outros segmentos da saúde também apresentam inovações constantes e relevantes, o que implica na necessidade de treinamento e atualização constante dos técnica da ANVISA. “Agora temos a inteligência artificial”, exemplifica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente reconhece que a análise regulatória seja um grande desafio para todos. “Não é apenas para o Brasil, muitos países também não são capazes de prover análises no tempo ideal”, comenta Cerqueira Gomes. Esse ideal seria de um a dois meses, mas no Brasil alguns segmentos, como o de medicamentos genéricos e similares, pode ultrapassar 12 meses. “Isso pode prejudicar investimentos e a decisão pela chegada de determinados produtos no país”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área de dispositivos médicos, por exemplo, o presidente executivo da ABIIS compara os cenários Brasil e Estados Unidos. Enquanto na ANVISA existem pouco mais de 40 profissionais dedicados, no segmento equivalente da agência local existem mais de 3 mil profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução, segundo o executivo, é ampliar o número de técnicos por concursos públicos. “É preciso haver uma ligação robusta com a Agência. Essa estabilidade do técnico é importante para a manutenção da independência das decisões”, analisa. Hoje, a ANVISA e o setor regulado alcançaram um bom patamar de “maturidade”, na visão de Cerqueira Gomes. “As discussões são técnicas e com muita transparência. Existem ATAs, um parlatório para apresentar questões técnicas, e todos entenderam que é dessa maneira que deve acontecer”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2024, o orçamento da ANVISA é de R$ 904 milhões, sendo R$ 600 milhões com despesas obrigatórias, outros R$ 220 milhões com verba discricionária e mais R$ 60 milhões com despesas para vigilância sanitária (viagens, contratos de fiscalização, etc).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade, que representa outras entidades de saúde, já manifestou publicamente sua preocupação diversas vezes, sempre defendendo a contratação de mais técnicos para a ANVISA. “O nosso retorno, até o momento, é que seriam apenas essas 50 vagas”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo o paper completo elaborado pela ABIIS sobre a questão.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Paper-ANVISA-ABIIS-FINAL.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Paper-ANVISA-ABIIS-FINAL."></object><a id="wp-block-file--media-fb7d8b30-e247-4597-a02e-ec11d855dfe8" href="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Paper-ANVISA-ABIIS-FINAL.pdf">Paper-ANVISA-ABIIS-FINAL</a><a href="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Paper-ANVISA-ABIIS-FINAL.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-fb7d8b30-e247-4597-a02e-ec11d855dfe8">Baixar</a></div><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/abiis-alerta-para-possivel-crise-na-anvisa/">ABIIS alerta para possível crise na ANVISA</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Campinas e Novo Nordisk unidas contra o diabetes e a obesidade</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/campinas-e-novo-nordisk-unidas-contra-o-diabetes-e-a-obesidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Folli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pharma]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[Cities Changing Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nordisk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa global de saúde Novo Nordisk, a Prefeitura de Campinas, a Embaixada da Dinamarca no Brasil e a Impact Hub lançaram recentemente o Cities Changing Diabetes, programa público-privado que tem por objetivo fortalecer iniciativas de redução da prevalência da obesidade, visando também achatar a curva da incidência do diabetes tipo 2, em longo prazo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A empresa global de saúde Novo Nordisk, a Prefeitura de Campinas, a Embaixada da Dinamarca no Brasil e a Impact Hub lançaram recentemente o Cities Changing Diabetes, programa público-privado que tem por objetivo fortalecer iniciativas de redução da prevalência da obesidade, visando também achatar a curva da incidência do diabetes tipo 2, em longo prazo, em Campinas (Interior de São Paulo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevalência de doenças crônicas, como o diabetes e a obesidade, tem crescido de forma alarmante no mundo todo, e muito desse impacto se deve ao estilo de vida, especialmente nos centros urbanos. Estar com sobrepeso ou obesidade é um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2. Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF, sigla em inglês), existem 537 milhões de pessoas com diabetes no mundo e 17 milhões no Brasil, de acordo com o Vigitel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário da obesidade também é impactante. São 764 milhões de pessoas no mundo com a doença, de acordo com o World Obesity Federation, e 25,9% da população no Brasil, alcançando 41,2 milhões de adultos, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS, 2020).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais:<br></strong><a href="https://nuonhealth.com.br/1-a-cada-20-novos-casos-de-diabetes-pode-estar-ligado-a-covid-19/">1 a cada 20 novos casos de diabetes pode estar ligado à Covid-19<br></a><a href="https://nuonhealth.com.br/obesidade-somos-quase-50-milhoes-de-brasileiros-convivendo-com-a-obesidade-e-outros-100-milhoes-estao-acima-do-peso-002/">Obesidade: somos quase 50 milhões de brasileiros convivendo com a obesidade</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Campinas, há 81 mil pessoas com diabetes, sendo que a obesidade acomete 25,8% da população, com maior prevalência na faixa de renda de até um salário-mínimo. A parceria estabelecida para o Cities Changing Diabetes surge neste contexto, a partir da intenção da Novo Nordisk de implementar em uma cidade brasileira o programa que já está presente em mais de 45 cidades do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu primeiro ano de implementação, o programa tem o objetivo de promover a participação e engajamento intersetorial de diferentes Secretarias da Prefeitura de Campinas, e os demais parceiros, em soluções para a prevenção da obesidade, por meio de uma intervenção que será testada em formato piloto, e será avaliada a partir de seus resultados e aprendizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A NuON Health entrevistou a Diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Novo Nordisk, Simone Tcherniakovsky, para saber mais sobre a iniciativa. Leia abaixo os principais trechos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que Campinas foi escolhida para o projeto?<br></strong>Pesquisamos alguns municípios no Brasil com potencial de adesão ao programa e Campinas demonstrou muito alinhamento aos princípios e objetivos do Cities Changing Diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destaco o compromisso da Prefeitura com o enfrentamento ao diabetes e à obesidade como uma de suas prioridades no âmbito da saúde pública, a notória abertura para parcerias e abordagens inovadoras, e sua vocação histórica de pioneirismo em várias frentes. O município também enxergou no Cities Changing Diabetes uma oportunidade de fortalecer seu trabalho intersetorial de prevenção e promoção de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para essa abordagem sistêmica, também foram considerados outros elementos fundamentais: Campinas conta com instituições acadêmicas renomadas na área da saúde, e uma rede de organizações da sociedade civil e de servidores públicos comprometidos com transformações sociais, com resultados reais, com melhorias na vida de quem mais precisa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A iniciativa será expandida para outras cidades brasileiras?<br></strong>Neste momento, o foco está na implementação do programa em Campinas, para reunir aprendizados antes de replicar em outra cidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Simone-1-682x1024.webp" alt="" class="wp-image-11516" width="447" height="671" srcset="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Simone-1-682x1024.webp 682w, https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Simone-1-200x300.webp 200w, https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Simone-1-768x1152.webp 768w, https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Simone-1-jpeg.webp 853w" sizes="(max-width: 447px) 100vw, 447px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Simone Tcherniakovsky, Diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Novo Nordisk</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais foram os resultados alcançados nas demais cidades do mundo em que o projeto está em andamento?<br></strong>Como citado anteriormente, o Cities Changing Diabetes está presente em outras 45 cidades pelo mundo. São projetos muito diferentes e com diversos públicos, pois consideram o contexto de cada município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos na América Latina: Cidade do México e Bogotá.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cidade do México<br></strong>Com uma prevalência de diabetes de quase 16%, há 2,3 milhões de adultos que vivem com diabetes, além de 35% da população adulta com obesidade. Desde que se tornou a primeira cidade a aderir ao Cities Changing Diabetes, em 2014, a Cidade do México tem feito um esforço concertado sobre os desafios relacionados ao diabetes e à obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tendo já estabelecido duas intervenções concretas, uma clínica multidisciplinar de diabetes no distrito de Iztapalapa e a iniciativa El Médico en Tu Casa (o médico em sua casa), a Cidade do México está adotando uma abordagem holística para a prevenção do diabetes, tornando a saúde uma prioridade em decisões políticas. Em 2016, a Cidade do México foi uma das seis cidades que conclamaram os governos de todo o mundo a colocar a saúde no centro da &#8216;Nova Agenda Urbana&#8217;, concentrando-se na prevenção de doenças não transmissíveis (DCNTs), priorizando a saúde nas políticas urbanas e empregando novos modelos de colaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, o Ministério da Saúde criou a Comissão Interinstitucional sob o amplo guarda-chuva do programa Cities Changing Diabetes. Através de três instituições distintas relacionadas com a prevenção e gestão do diabetes, esta comissão assegura que a saúde está integrada em todas as decisões políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este novo modelo de colaboração ajudará a garantir que o programa Cities Changing Diabetes esteja alinhado com as metas do governo de melhorar a atuação das 840 unidades de saúde da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bogotá</strong><br>O CCD em Bogotá está realizando pesquisas quantitativas e qualitativas para mapear a prevalência de diabetes tipo 2 e doenças metabólicas, além de seus impactos, para melhorar o conhecimento sobre o desafio e ser capaz de abordar melhor os fatores de vulnerabilidade na cidade. A pesquisa resultará num plano de ação com o objetivo de transformar Bogotá em um líder global na prevenção do diabetes e de outras doenças metabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bogotá apresenta muitos desafios para comportamentos saudáveis, como a alimentação, entre seus moradores. A interação entre barreiras sociais, econômicas e culturais dificulta o acesso conveniente a alimentos saudáveis. Essas dinâmicas afetam os direitos alimentares e a saúde das pessoas. Portanto, o foco principal é desenvolver estratégias para consolidar uma agenda local de segurança alimentar e direitos alimentares. A cidade tem avançado em uma estratégia para melhorar os ambientes alimentares nas comunidades e destacar a importância do ambiente urbano na geração de padrões de consumo de alimentos saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro exemplo interessante é o de <strong>Roma</strong>, onde foi conduzido um mapeamento durante três anos, revelando que 40% dos residentes de Roma se consideram fisicamente inativos. Para resolver isso, a cidade colaborou com seus parceiros para criar 74 rotas de caminhada que cobrem aproximadamente 460 km na área metropolitana de Roma. Os percursos para pedestres, que são utilizados por cerca de 100.000 pessoas, permitem que os residentes pratiquem atividades físicas acessíveis gratuitamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Que recomendações podemos fazer à população em geral, para alertá-los sobre os riscos do diabetes tipo 2 e suas formas de prevenção?<br></strong>É importante alertar que o diabetes é uma doença silenciosa, pois geralmente apresenta sintomas quando já está avançada. É importante consultar um médico regularmente, bem como fazer exames para identificar se a glicemia está alta. Isso é importante especialmente para as pessoas sedentárias, com sobrepeso ou obesidade, que tenham histórico de diabetes na família, pressão alta ou uma dieta muito desregrada, pois é um perfil em que as chances de se ter diabetes são maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma forte ligação entre a prevalência de diabetes tipo 2 e níveis crescentes de sobrepeso e obesidade. O excesso de peso ou obesidade é o principal fator de risco modificável para diabetes tipo 2. As pessoas com obesidade têm um risco sete vezes maior de diabetes tipo 2 em comparação com aqueles com peso saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hábitos saudáveis são a chave da prevenção do diabetes tipo 2 e da obesidade. Atividade física regular, alimentação balanceada e consultar o médico regularmente para exames de rotina são importantes na prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existem outras iniciativas similares da Novo Nordisk, no sentido de alertar a população sobre questões de saúde?<br></strong>Desde 2016 promovemos a campanha Saúde Não Se Pesa, um movimento em diversas frentes para explicar claramente o que é a obesidade, quais suas causas, consequências e tratamentos, além de buscar reduzir os mitos e inverdades em torno do assunto. Tudo de forma simples, em diversas plataformas (do digital ao offline), com base na ciência, que acreditamos e defendemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também investimos em parcerias para qualificar o debate técnico e intersetorial, e buscar soluções concretas aos desafios públicos relacionados à obesidade e outras doenças crônicas. Este é um dos objetivos do Painel Brasileiro da Obesidade (PBO), iniciativa liderada pelo Instituto Cordial, que foi incubada e patrocinada pela Novo Nordisk.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao diabetes, anualmente, na mesma direção das campanhas de obesidade, direcionamos recursos a campanhas de conscientização sobre a doença, sua prevenção e tratamento, nas iniciativas Quem Vê Diabetes Vê Coração e Caneta da Saúde, além de projetos de inovação e implementação de melhorias no cuidado aos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, a Novo Nordisk tornou-se a primeira empresa a fornecer canetas preenchidas de insulina (Caneta da Saúde) para o Sistema Único de Saúde, uma tecnologia que garante ainda mais comodidade, qualidade de vida e continuidade no tratamento aos pacientes com diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existem outras parcerias público-privadas, lideradas pela Novo Nordisk?<br></strong>Em 2022, iniciamos uma parceria de três anos com a premiada startup social SAS Brasil, dedicada a aumentar o acesso a atendimentos especializados em saúde em municípios de alta vulnerabilidade social no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a SAS, desenhamos um projeto que visa promover o acesso ao cuidado integral em diabetes para populações de com unidades vulneráveis no Brasil, por meio de atendimento especializado em saúde a pacientes com diabetes em quatro cidades com baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) em três estados brasileiros. Até 2024, incluiremos outros municípios no projeto, com a meta de atender 5,5 mil pacientes e capacitar 420 profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto tem o objetivo de promover educação em diabetes para pacientes e profissionais de saúde, aumentar o diagnóstico e encaminhar para tratamento, otimizar o tratamento de pessoas já diagnosticadas e cadastradas no município e rastrear complicações do diabetes &#8211; sempre em parceria com as equipes de saúde locais, fortalecendo o trabalho do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa parceria com a SAS Brasil tem uma enorme contribuição para a saúde das pessoas com diabetes nesses municípios. Os atendimentos levam informações e cuidados que faltam para essa população e o acompanhamento continuado é fundamental para poderem viver com maior entendimento e controle da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atuando de forma integrada às equipes locais, a ideia é que as melhorias sejam incorporadas pelos sistemas de saúde locais. Um dos principais diferenciais da atuação da SAS Brasil é o uso de tecnologia como aliada para a geração de impacto, por meio de unidades de telemedicina que viabilizam a realização de consultas e acompanhamento remoto por profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso faz parte da nossa estratégia de responsabilidade social, cujo objetivo é prevenir o aumento do diabetes tipo 2 e da obesidade, proporcionar acesso a cuidados para pacientes vulneráveis e impulsionar a inovação para melhorar vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Algo mais que gostaria de pontuar sobre essa iniciativa?<br></strong>Em seu primeiro ano de implementação, o Cities Changing Diabetes em Campinas tem o objetivo de promover a participação e engajamento intersetorial de diferentes Secretarias da Prefeitura de Campinas e os demais parceiros em soluções para a prevenção da obesidade, por meio de uma intervenção que será testada em formato piloto, e será avaliada a partir de seus resultados e aprendizados.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/campinas-e-novo-nordisk-unidas-contra-o-diabetes-e-a-obesidade/">Campinas e Novo Nordisk unidas contra o diabetes e a obesidade</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Jornada do paciente com câncer é tema de debate com lideranças do setor</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/jornada-do-paciente-com-cancer-e-tema-de-debate-com-liderancas-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Folli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 19:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[jornada do paciente]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento marca lançamento de livro sobre o tema. Portal NuOn Health foi apresentado ao público presente, no Auditório da Livraria da Vila, em São Paulo A jornada ideal do paciente com câncer deveria começar muito antes da doença, com políticas públicas eficientes para prevenção e diagnóstico precoce, seguida pelo acesso aos tratamentos necessários, com o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/jornada-do-paciente-com-cancer-e-tema-de-debate-com-liderancas-do-setor/">Jornada do paciente com câncer é tema de debate com lideranças do setor</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento marca lançamento de livro sobre o tema. Portal NuOn Health foi apresentado ao público presente, no Auditório da Livraria da Vila, em São Paulo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada ideal do paciente com câncer deveria começar muito antes da doença, com políticas públicas eficientes para prevenção e diagnóstico precoce, seguida pelo acesso aos tratamentos necessários, com o devido suporte aos momentos mais delicados e desgastantes. Se o paciente é curado ou entra em remissão, segue o monitoramento. Caso contrário, entram em cena os cuidados paliativos, que conferem bem-estar e qualidade de vida, dentro do possível, nessa fase que ainda pode se prolongar por muitos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Brasil tenha ilhas de excelência na Saúde, essa realidade ideal ainda está distante da maioria dos casos. Má distribuição e utilização dos recursos, formação deficitária aos profissionais de saúde e muitas outras falhas no processo foram citadas pela Dra. Ana Maria Malik, médica e coordenadora da FGV Saúde, em seu discurso de abertura nesta quarta-feira à noite, dia 30 de novembro, no auditório da Livraria da Vila, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua fala deu início ao debate sobre a jornada do paciente oncológico no Brasil, com presença de Renato Casarotti, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), e Melissa Abreu Pereira, gerente de Apoio ao Paciente da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia). “É quase um clichê dizer que saúde não tem preço, mas tem custo. Só que as pessoas não podem esquecer que a falta de saúde também implica em custos”, disse a Dra. Malik, destacando que é preciso discutir as prioridades na área da Saúde, para que possamos gradualmente ir atingindo objetivos de maneira consistente e duradoura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Melissa Pereira, da Abrale, destacou a importância de haver união entre lideranças das mais diversas áreas relacionadas à jornada do paciente, para que soluções conjuntas possam ser desenvolvidas e aplicadas. “Esse é o nosso trabalho diário, nos 20 anos em que a instituição existe, em busca do acesso aos melhores tratamentos e suporte ao paciente com câncer”, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Renato Casarotti, da Abramge, concordou com a necessidade de discussões amplas com a sociedade, visto que a jornada do paciente é complexa e está cada vez mais individualizada, tanto pela diversidade e dimensões continentais do Brasil, quanto pela evolução da ciência na criação de terapias altamente especializadas. “O financiamento da saúde precisa ser mais discutido, tratando a priorização, como bem destacou a Dra. Malik. E sabemos que não é uma discussão fácil porque ao priorizarmos algo, também qualificamos aquilo que não será prioridade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livro e portal<br></strong>O debate aconteceu no lançamento do livro “O Dilema de PI – Desafios no Caminho do Paciente com Câncer no Brasil”, de autoria do jornalista e executivo da Saúde Octávio Nunes, que reúne uma série de relatos sensíveis e pessoais, narrados por pacientes de todo o País, para demonstrar a ampla diversidade da doença. A obra também apresenta entrevistas com médicos, pesquisadores, especialistas, líderes da área da Saúde e representantes de organizações não-governamentais para contextualizar as inúmeras questões em torno dos relatos coletados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os depoimentos impressionam pelos desafios que a doença impõe e pelas dificuldades em torno do tratamento. Um dos pacientes, por exemplo, conta que chegou a ficar na estrada por seis horas, após uma sessão contra o câncer, porque a van do hospital público ficou sem gasolina e não podia abastecer em postos não credenciados”, conta o autor, Octávio Nunes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do livro, o evento marcou o lançamento deste portal, o NuOn Health, dedicado a questões de acesso à saúde e educação médica. “Estamos vivendo um momento em que as redes sociais, potencializadas pelas fake news, por vezes prejudicam a comunicação em torno da saúde. Precisamos, todos, revisar a nossa maneira de comunicar, para lidarmos com o público da melhor forma. Acredito que esse portal possa contribuir nesse sentido, reunindo e produzindo conteúdos de relevância ao tema”, afirma.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="407" height="597" src="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CAPA.jpg" alt="" class="wp-image-10294" srcset="https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CAPA.jpg 407w, https://nuonhealth.com.br/wp-content/uploads/2022/11/CAPA-205x300.jpg 205w" sizes="(max-width: 407px) 100vw, 407px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para comprar o livro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segue o <a href="https://www.editorafontenele.com.br/loja-comprar-livro/O-Dilema-de-P---Desafios-no-caminho-do-paciente-com-cancer-no-Brasil-Doencas/37782912/livraria">link </a>da Editora Fontenele Publicações. Lá, você pode escolher em que site de compras adquirir o livro: Amazon, Americanas, Submarino e Shoptime. Ele pode ser adquirido também na própria Livraria da Vila, em Pinheiro, onde ocorreu o lançamento (Rua Fradique Coutinho, 915).</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/jornada-do-paciente-com-cancer-e-tema-de-debate-com-liderancas-do-setor/">Jornada do paciente com câncer é tema de debate com lideranças do setor</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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