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	<title>Négocios - NuOn Health</title>
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	<description>Consultoria &#38; Acesso em Saúde</description>
	<lastBuildDate>Sun, 11 May 2025 21:07:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Négocios - NuOn Health</title>
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	<item>
		<title>Genéricos crescem 7,04% em 2025</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/genericos-crescem-704-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2025 21:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: ProGenéricos &#124; Foto: Agência Brasil Ao completar 26 anos, os medicamentos genéricos registraram um crescimento de 7,04% nas vendas em 2025, totalizando 553 milhões de unidades comercializadas entre janeiro e março — frente aos 517 milhões contabilizados no mesmo período de 2024. Atualmente, esses medicamentos representam mais de 38,96% das vendas em determinadas categorias, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: ProGenéricos | Foto: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao completar 26 anos, os medicamentos genéricos registraram um crescimento de 7,04% nas vendas em 2025, totalizando 553 milhões de unidades comercializadas entre janeiro e março — frente aos 517 milhões contabilizados no mesmo período de 2024. Atualmente, esses medicamentos representam mais de 38,96% das vendas em determinadas categorias, especialmente naquelas voltadas ao tratamento de doenças crônicas, como hipertensão e colesterol, além de enfermidades do sistema nervoso central, como os transtornos de ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são de um levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), com base em indicadores do IQVIA, um instituto global especializado no monitoramento do setor farmacêutico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da PróGenéricos, destaca que em mais de duas décadas de presença no varejo, esses medicamentos conquistaram a confiança de médicos e pacientes. Em 2024, as vendas do segmento movimentaram 20,4 bilhões de reais, um crescimento de 13,50% em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por lei, os genéricos devem custar 35% menos que os medicamentos de referência. Na prática, no entanto, o desconto médio chega a 67%. Desde a criação da categoria, a economia direta aos consumidores já soma quase R$ 341 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acima da média do mercado<br>Em 2024, o mercado farmacêutico como um todo — considerando todas as categorias de produtos, incluindo os genéricos — apresentou um aumento de 5,71% em relação a 2023, com a comercialização de 5,6 bilhões de unidades. Além disso, o faturamento geral teve um crescimento de 11,39%. Com esses números, o desempenho dos genéricos superou a média tanto em volume de vendas quanto em receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tiago Vicente reforça que o impacto dos genéricos no varejo é fundamental para a sustentação da indústria instalada no País. Ele destaca a forte presença desses medicamentos nas classes terapêuticas de maior giro nas farmácias, como as voltadas ao sistema cardiovascular, sistema nervoso, metabólico, sistema esquelético e agentes anti-infecciosos. Dos 20 medicamentos mais prescritos no Brasil, 15 são genéricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doenças crônicas<br>Em 2024, os genéricos atingiram uma participação de mercado de 75,46% em unidades entre os medicamentos voltados ao controle da hipertensão, registrando um crescimento de 14,74% em relação a 2023. No segmento de medicamentos para controle do colesterol, a participação chegou a 52,02%, com aumento de 42,86% nas vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos tratamentos para saúde mental, os genéricos alcançaram participações de 68,44% entre os antidepressivos e 75,41% entre os ansiolíticos, com crescimentos respectivos de 56,83% e 8,27%. “Além de um market share expressivamente superior à média do setor, os genéricos têm se destacado pela velocidade com que avançam nas categorias voltadas a doenças crônicas, tornando-se essenciais na rotina de milhares de brasileiros”, ressalta Tiago de Moraes Vicente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dia do Medicamento Genérico<br>O sucesso dos genéricos, disponíveis nas farmácias desde 2001, está diretamente ligado à Lei 9.787, de 1999, que completou 26 anos em 20 de fevereiro. Essa legislação não apenas introduziu o conceito de medicamentos genéricos no Brasil, como também regulamentou a categoria. Desde o seu surgimento, o Brasil começou a produção desses medicamentos e estabeleceu a comemoração do Dia do Medicamento Genérico em 20 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Lei dos Genéricos é um dos principais marcos da saúde pública no Brasil. Podemos afirmar, com segurança, que os genéricos são o principal instrumento de acesso a medicamentos e uma das políticas públicas mais relevantes das últimas décadas”, conclui o presidente da PróGenéricos.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/genericos-crescem-704-em-2025/">Genéricos crescem 7,04% em 2025</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Representantes de farmácias criticam PL que permite medicamentos em supermercados</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/representantes-de-farmacias-criticam-pl-que-permite-medicamentos-em-supermercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2025 22:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma) se uniram para lançar uma campanha que alerta sobre os riscos da venda de medicamentos em supermercados, como proposto pelo Projeto de Lei (PL) 1774/19. A iniciativa também engloba um abaixo-assinado online, no qual a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma) se uniram para lançar uma campanha que alerta sobre os riscos da venda de medicamentos em supermercados, como proposto pelo Projeto de Lei (PL) 1774/19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa também engloba um abaixo-assinado online, no qual a população pode se manifestar contrária ao PL. Segundo as entidades, o projeto teria impactos econômicos relevantes sobre o varejo farmacêutico independente. O Brasil conta com mais de 93 mil farmácias, que atendem 99% da população, sendo que 53 mil dessas são de pequeno porte, optantes pelo Simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses estabelecimentos oferecem uma ampla gama de produtos e serviços, como vacinação e curativos, funcionando todos os dias do ano. Além disso, geram empregos, contribuem com impostos e são essenciais para a economia local. A venda de medicamentos isentos de prescrição é crucial para sua sustentabilidade. A redução dessa venda poderá levar ao fechamento de muitos estabelecimentos e à perda de empregos”, questiona o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL foi proposto pelo deputado federal Glaustin Fokus (Podemos-GO) sob justificativa de facilitar o acesso da população aos medicamentos que não precisam de prescrição. Em alguns países, como Estados Unidos, Japão, Canadá, México e Colômbia, é permitida a venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a campanha <a href="https://movidospelasaude.com.br/projetos-de-lei-1774-2019-e-2158-2023/" title="">aqui</a>.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/representantes-de-farmacias-criticam-pl-que-permite-medicamentos-em-supermercados/">Representantes de farmácias criticam PL que permite medicamentos em supermercados</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Genéricos puxam crescimento do setor varejista brasileiro</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/genericos-puxam-crescimento-do-setor-varejista-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 21:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação Os genéricos registraram o maior crescimento do varejo farmacêutico brasileiro em 2024, frente às demais categorias de medicamentos. O salto foi de 13,5%, chegando a R$ 17,8 bilhões, enquanto o total do varejo obteve crescimento de 11,1%, movimentando R$ 158,4 bilhões. O balanço foi elaborado pela Abafarma (Associação dos Distribuidores Farmacêuticos do Brasil), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os genéricos registraram o maior crescimento do varejo farmacêutico brasileiro em 2024, frente às demais categorias de medicamentos. O salto foi de 13,5%, chegando a R$ 17,8 bilhões, enquanto o total do varejo obteve crescimento de 11,1%, movimentando R$ 158,4 bilhões. O balanço foi elaborado pela Abafarma (Associação dos Distribuidores Farmacêuticos do Brasil), com dados da IQVIA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os medicamentos genéricos são importantes para possibilitar o acesso à saúde e bem-estar dos brasileiros. Eles são produtos mais acessíveis e os distribuidores garantem a ampla disponibilidade em farmácias e drogarias”, afirma Oscar Yazbek Filho, presidente-executivo da Abafarma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento manteve os genéricos como terceira categoria de maior relevância do varejo, com 11,2% do total faturado, atrás dos produtos não medicamentosos (35,5%) e medicamentos de prescrição (37,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação às unidades, os genéricos também apresentaram a maior alta nacional, com crescimento de 9,7%, chegando a 1,8 bilhão de medicamentos comercializados. Isso representa 22,4% do total de 8,1 bilhões de unidades vendidas em 2024. Em todo o país, o volume de produtos comercializados aumentou 5,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos R$ 158,4 bilhões faturados pelo varejo farmacêutico, as vendas por distribuição foram responsáveis por 55,7%, o equivalente a R$ 88,3 bilhões. Enquanto as vendas diretas responderam por 44,3%, com R$ 70,1 bilhões. Os valores foram todos aferidos pelo critério de PPP, preço de compra pelas farmácias.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/genericos-puxam-crescimento-do-setor-varejista-brasileiro/">Genéricos puxam crescimento do setor varejista brasileiro</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roubo de carga e pagamento estendido desafiam distribuidores de medicamentos especializados</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/roube-de-carga-e-prazos-estendidos-de-pagamento-estao-entre-desafios-dos-distribuidores-de-medicamentos-especializados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 20:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação Roubo de cargas, prazos estendidos para pagamentos e alta complexidade logística frente às dimensões continentais do Brasil são alguns dos muitos desafios listados em estudo encomendado pela Abradimex (Associação Brasileira de Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares) à consultoria Deloitte, divulgado na semana passada. A pesquisa também aponta dificuldades regulatórias e sanitárias, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roubo de cargas, prazos estendidos para pagamentos e alta complexidade logística frente às dimensões continentais do Brasil são alguns dos muitos desafios listados em estudo encomendado pela Abradimex (Associação Brasileira de Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares) à consultoria Deloitte, divulgado na semana passada. A pesquisa também aponta dificuldades regulatórias e sanitárias, além de elevada capacidade técnica e de gestão no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o mercado farmacêutico nacional alcançou R$ 229 bilhões e as vendas para o canal institucional ganharam ainda mais relevância, com avanço de 17,9% nos últimos 12 meses até agosto de 2024. Esse segmento é composto por medicamentos de especialidades, excepcionais e hospitalares, entre os quais biológicos, biossimilares, imunoterápicos, de referência, similares e também genéricos, com operadoras de planos de saúde e governos como principais fontes pagadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume de negócios nesse segmento já movimenta R$ 44 bilhões, tendo as distribuidoras especializadas como elos estratégicos da cadeia de medicamentos de alta complexidade. Em contrapartida, a crescente necessidade de aprimorar a capacidade logística e tecnológica para atender à demanda, atrelada a fatores macroeconômicos e à pressão de custos sobre o sistema de saúde, impõem desafios crescentes para essa atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Abradimex reúne 15 distribuidoras, com capilaridade logística para atender 15 mil instituições de saúde. São 243 SKUs (Unidades de Manutenção de Estoque) que equivalem a aproximadamente 10 milhões de entregas mensais. Essas empresas abastecem 80% dos hospitais privados e 61% das clínicas no Brasil, com market share de 75%. “Esses números ratificam o papel fundamental desses agentes para viabilizar o acesso da população a tratamentos de doenças raras e de alta complexidade”, enfatiza Paulo Maia, presidente-executivo da entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A venda via distribuidor é predominante ou ganha participação de mercado nas principais classes terapêuticas do mercado institucional. “A oncologia lidera o faturamento do mercado (35,67%) e as distribuidoras são fornecedoras da maior parte dos medicamentos (82%)”, destaca Maia. O mesmo acontece com anti-infecciosos/fúngicos e hormônios (74%). As distribuidoras também tiveram ganho de market share de 4,2 pontos percentuais nas vendas de produtos para terapias de imunologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também avaliou os desafios crescentes de um setor que utiliza tecnologia intensiva e, ao mesmo tempo, é sensível e altamente regulamentado. Além do arcabouço técnico exigido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pelas vigilâncias sanitárias locais, a constante evolução da indústria farmacêutica exige das distribuidoras mais ostensividade no aprimoramento técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor atua em um país tropical, diverso, de dimensões continentais e com gargalos de infraestrutura. Essa realidade traz desafios extras como a garantia de integridade das cargas, que dependem de um rígido controle de temperatura. “A não observância a esse detalhe pode inutilizar o medicamento e gerar custos milionários às fontes pagadoras”, alerta Maia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segurança é outro ponto sensível. “Desde o momento em que o medicamento é recebido na sede ou nos centros de distribuição, são necessárias medidas rigorosas para mitigação de roubo dessa carga. No momento em que a mesma se desloca ao destino final, seja um hospital ou clínica especializada, o cuidado segue junto, com adoção de medidas como contratação de unidades de transporte blindadas e/ou contratação de escolta armada”, observa Maia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível diz respeito à gestão de acordos comerciais, cada vez mais lastreados por pressões de margens, pelos elevados riscos decorrentes das taxas de inadimplência e pelo aumento de 20%, nos últimos dois anos, na diferença entre os prazos de recebimento e pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Maia destaca a capacidade de gestão, que corresponde não apenas a recursos administrativos, mas também aos colaboradores das distribuidoras associadas, garantindo que há know-how adequado para suportar todas as necessidades de cada etapa do processo logístico. “Mesmo diante desses desafios, o setor procura reforçar investimentos para aprimorar e acelerar a execução de suas atividades, ratificando seu claro compromisso com a cadeia da saúde e com o acesso a medicamentos no país”, finaliza Maia.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/roube-de-carga-e-prazos-estendidos-de-pagamento-estao-entre-desafios-dos-distribuidores-de-medicamentos-especializados/">Roubo de carga e pagamento estendido desafiam distribuidores de medicamentos especializados</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos em startups de saúde crescem 37,6% na América Latina</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/investimentos-em-startups-de-saude-crescem-376-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 09:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14746</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Valor Econômico Os investimentos em startups de saúde na América Latina registraram aumento de 37,6% em 2024, após dois anos consecutivos de quedas. O Brasil, que concentra 64,8% das startups do setor na região, teve quatro das cinco maiores rodadas de investimentos do ano. Os dados são do HealthTech Recap 2024, relatório lançado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Valor Econômico</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos em startups de saúde na América Latina registraram aumento de 37,6% em 2024, após dois anos consecutivos de quedas. O Brasil, que concentra 64,8% das startups do setor na região, teve quatro das cinco maiores rodadas de investimentos do ano. Os dados são do HealthTech Recap 2024, relatório lançado pelo Distrito em parceria com a Associação Brasileira de Startups de Saúde e HealthTechs (ABSS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor teve menos rodadas de investimentos no ano passado. Ao todo, foram 56 aportes, contra os 71 de 2023. Apesar disso, o valor total investido na região subiu de US$ 184,3 milhões em 2023 para US$ 253,7 milhões. O valor havia sido de US$ 312,4 milhões em 2022 e de US$ 539,3 milhões em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O aumento do volume investido foi puxado pela realização de rodadas em startups mais maduras, já com produtos prontos e com modelo de negócios validados. Estas rodadas costumam ter um tamanho maior, pois o investimento é utilizado para escalar a empresa rapidamente, incluindo a expansão para novas localidades”, disse Guilherme Sakajiri, diretor-executivo da ABSS e fundador da startup Comsentimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2014 e 2024, por exemplo, investimentos em startups de série A e B representaram apenas 14% do número de rodadas de investimento, mas responderam por 50% do volume de capital investido, informam a ABSS e o hub de inovação Distrito, em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa evolução demonstra que investidores estão cada vez mais seletivos, valorizando empresas capazes de mostrar resultados concretos e escalabilidade”, afirma Gustavo Gierun, CEO e cofundador do Distrito, no comunicado. O mercado de venture capital, diz ele, mantém sinais de recuperação, o que beneficia o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas mais iniciais, em estágio anjo, pré-seed ou seed, representaram 85% do número de rodadas feitas entre 2014 e 2024, mas responderam por apenas 25% do valor investido no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sakajiri explica que o investimento em startups segue uma lógica de funil, no qual em estágios iniciais existe uma grande quantidade de empresas que recebem investimentos menores, para testar ideias, demonstrar atratividade do produto e capacidade de entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina, por exemplo, de 2014 a 2024, o tíquete médio de investimentos teve progressão clara, sendo de US$ 0,2 milhão para anjo, de US$ 0,4 milhão para pré-seed, de US$ 1,5 milhão para seed, de US$ 7,4 milhões para série A, de US$ 14,9 milhões para série B e de US$ 49,6 milhões para série C, segundo dados do relatório, que mostra ainda baixa quantidade de startups de saúde alcançando rodadas séries D em diante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-executivo da ABSS diz que a maioria das empresas não consegue avançar dos estágios iniciais para as próximas etapas de captação, e, no Brasil, a formação de uma cultura de investimento anjo mais sofisticada é uma dificuldade adicional. “Ainda temos um mercado nascente neste sentido, então é comum ver termos, nos contratos, que limitam a capacidade de captação de novas rodadas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2024, diz Sakajiri, foi marcado por investimentos em startups já na fase de consolidação de mercado ou de expansão internacional, como a Amigo, que teve aporte de US$ 33 milhões na série B; a Mevo, que teve US$ 20 milhões na mesma série; e a Beep, que teve US$ 17 milhões na série D. Somadas, as empresas representaram “mais de um quarto do total investido na região”, aponta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com a Escala, que teve aporte de US$ 12 milhões na série A, essas startups brasileiras foram o destino das quatro maiores rodadas de investimento de 2024 na América Latina. O quinto maior aporte foi para a mexicana Eden, com US$ 10 milhões na série A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o relatório, 70 startups de IA voltadas à saúde foram mapeadas na América Latina nos últimos cinco anos. Nos últimos dois anos, o percentual de startups de saúde usando a tecnologia na região saiu de 14% para 20%, o que “mostra que esta categoria deve ganhar cada vez mais importância”, afirmam ABSS e Distrito no comunicado.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/investimentos-em-startups-de-saude-crescem-376-na-america-latina/">Investimentos em startups de saúde crescem 37,6% na América Latina</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abrafarma se posiciona contra venda de medicamentos em supermercados</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/abrafarma-se-posiciona-contra-venda-de-medicamentos-em-supermercados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 13:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[Abrafarma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Abrafarma A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) enviou ao Governo Federal um conjunto de propostas que incluem a liberação da venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs). Face a isso, a Abrafarma emitiu um comunicado onde seu CEO, Sérgio Mena Barreto, elenca os motivos pelos quais a entidade é contra tal proposta. Confira o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Abrafarma</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) enviou ao Governo Federal um conjunto de propostas que incluem a liberação da venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs). Face a isso, a Abrafarma emitiu um comunicado onde seu CEO, Sérgio Mena Barreto, elenca os motivos pelos quais a entidade é contra tal proposta. Confira o comunicado na íntegra:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A respeito de notícia dando conta que o governo federal pretende liberar medicamentos em supermercados para supostamente reduzir inflação de alimentos, a Abrafarma tem a declarar que:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. MIPs são um importante setor da farmácia e representam cerca de 30% das vendas. Portanto, o impacto econômico sobre as farmácias (das grandes às pequenas) seria desastroso;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Nas 93.000 farmácias brasileiras, que cobrem 99% das cidades do país, geramos 2 milhões de empregos diretos; 56.000 farmácias são optantes do simples / micro-empresas. Aprovar MIPs em supermercados, apenas para lhe dar MAIS UMA categoria de vendas, é provocar o desequilíbrio econômico de um setor que funciona bem e é muito respeitado em todo o mundo, em risco;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. ⁠Como o custo da operação de uma farmácia é alto (aluguel, salários, estoques e outros ), provavelmente haveria um efeito rebote de aumento no preço dos medicamentos de prescrição, impactando negativamente na saúde da população, principalmente os mais pobres;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Farmácias não geram inflação. Muito pelo contrário: compõem um setor competitivo, que presta bons serviços e é bastante apreciado pela população;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. MIPs, apesar de não exigir receita, tem riscos e muitas vezes exigem indicação específica, tanto que em 68% das vezes o cliente esclarece suas dúvidas com o farmacêutico acerca do uso. Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quais desses xaropes não dá sono?</li>



<li>Pode dar esse analgésico para criança?</li>



<li>Posso dirigir depois de usar esse relaxante muscular?</li>



<li>Posso usar paracetamol tendo problema no fígado?</li>



<li>Posso usar a combinação desses dois MIPs pra gripe?</li>



<li>⁠Tenho gastrite, qual desses MIPs posso usar sem piorar minha doença?</li>



<li>Quem vai responder a essas perguntas no supermercado? O açougueiro? O padeiro? O caixa?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">6. Apesar de seguros, MIPs podem MASCARAR SINTOMAS. Uma pessoa que só controla dor de cabeça com analgésico e não controla a hipertensão que a causa, é a mesma que vai agravar, ter AVC, Infarto e desenvolver nefropatia, e custar caro ao estado no médio prazo (e já morrem 500 mil pessoas/ano no Brasil de acidentes vasculares, pois não cuidam da doença de base);</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. Meta-análises – ou seja, estudos padrão ouro, que geram consensos científicos – publicados recentemente em revistas científicas, tem demonstrado inúmeros fatores negativos na venda de MIPs em Autosserviço de outros países. Tanto que Austrália e França recentemente impuseram novos limites a tais vendas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8. É falacioso o argumento que os supermercados venderiam medicamentos com preços até 35% mais baixos. Nós monitoramos preços de mais de 1000 itens comuns a farmácias e supermercados, e estes estabelecimentos vendem mais caro em 50% das vezes. Por que então já não vendem mais barato itens como fraldas, cotonetes, tinturas e outros?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, essa notícia chega um dia depois de o Presidente Lula ter afirmado que aguarda uma “marca” que represente um legado dessa gestão do ministério da saúde em seu governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será lamentável que, num governo que sempre colocou a saúde das pessoas em primeiro lugar, a “marca” dessa gestão Lula 2023-2026, seja a destruição das farmácias, o aumento da automedicação, e o agravo de doenças crônicas na população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/abrafarma-se-posiciona-contra-venda-de-medicamentos-em-supermercados/">Abrafarma se posiciona contra venda de medicamentos em supermercados</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Governo processa 17 planos de saúde por cancelamentos unilaterais</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/governo-processa-17-planos-de-saude-por-cancelamentos-unilaterais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 18:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[planos de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Brasil O cancelamento unilateral de planos de saúde tem figurado como problema crescente no país, enquanto os custos da saúde são pressionados pela chegada constante de novas tecnologias, envelhecimento da população e aumento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, entre outras. Na semana passada, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) instaurou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cancelamento unilateral de planos de saúde tem figurado como problema crescente no país, enquanto os custos da saúde são pressionados pela chegada constante de novas tecnologias, envelhecimento da população e aumento de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) instaurou um processo administrativo sancionatório contra 17 operadoras de planos e quatro associações de saúde por cancelamentos unilaterais de contratos e por práticas consideradas abusivas. Segundo o órgão, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, as práticas provocam graves consequências, como a interrupção de tratamentos essenciais e aumento da judicialização no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão ocorre após a conclusão de um estudo detalhado de monitoramento de mercado que identificou as irregularidades nas rescisões. “A prática, que fere os princípios do Código de Defesa do Consumidor e da regulamentação do setor de saúde suplementar, afeta diretamente a vida de milhares de brasileiros, muitos deles em situação de vulnerabilidade devido a problemas graves de saúde”, diz a Senacon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), as operadoras notificadas têm utilizado lacunas contratuais ou interpretado normas de forma prejudicial ao consumidor para justificar rescisões. A análise feita pela Senacon aponta que os rompimentos unilaterais ocorrem sem justificativa plausível ou descumprem o princípio da continuidade do atendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o processo sancionatório for instaurado, as empresas serão devidamente notificadas e terão prazo para apresentar defesa e corrigir eventuais irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho deste ano, a&nbsp;Senacon já havia notificado&nbsp;as operadoras a prestarem esclarecimentos sobre cancelamentos unilaterais de contratos, devido ao aumento expressivo de reclamações registradas nos sistemas consumidor.gov.br e ProConsumidor. Na época, algumas operadoras afirmaram que os cancelamentos ocorreram em contratos coletivos e empresariais e não foram direcionados a pessoas vulneráveis.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os consumidores podem registrar denúncias junto aos órgãos de defesa, como a plataforma&nbsp;consumidor.gov.br&nbsp;e os Institutos de Defesa do Consumidor (Procons) estaduais.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/governo-processa-17-planos-de-saude-por-cancelamentos-unilaterais/">Governo processa 17 planos de saúde por cancelamentos unilaterais</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Planos de saúde recorrem à Justiça e IA contra fraudes</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/planos-de-saude-recorrem-a-justica-e-ia-contra-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2024 20:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[planos de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14333</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: InfoMoney As fraudes contra os&#160;planos de saúde&#160;geram perdas bilionárias para as operadoras. A estimativa do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar), a partir de pesquisa realizada pela consultoria EY (Ernst &#38; Young), é de que as fraudes e os desperdícios causaram perdas estimadas entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões às operadoras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: InfoMoney</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As fraudes contra os&nbsp;planos de saúde&nbsp;geram perdas bilionárias para as operadoras. A estimativa do IESS (Instituto de Estudos da Saúde Suplementar), a partir de pesquisa realizada pela consultoria EY (Ernst &amp; Young), é de que as fraudes e os desperdícios causaram perdas estimadas entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões às operadoras de planos de saúde ao longo de 2022, último dado disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A estimativa é que as fraudes consomem entre 11,7% e 12% de todos os recursos gastos, o que é realmente assustador. Todos nós estamos pagando por isso, inclusive o próprio fraudador”, alerta Cássio Ide Alves, diretor técnico-médico da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destaca que os prejuízos pelas fraudes vão além da questão financeira, com o aumento da sinistralidade e, consequentemente, das mensalidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esses recursos poderiam ser usados para implementar uma tecnologia melhor, programas melhores de assistência à saúde, entre outros”, reforça Alves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Infelizmente, a fraude ocorre em todas as etapas da cadeia de atendimento ao beneficiário. Quando não identificada e não combatida no dia a dia de uma operadora de saúde, acaba por penalizar a matriz de custo da empresa, com consequente encarecimento do sistema de saúde suplementar. O combate às fraudes também é benéfico para os próprios beneficiários do mercado que usufruem de um serviço mais sustentável e eficiente”, diz Sandro Silva, diretor de operações da Leve Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inteligência artificial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este cenário tem levado as operadoras a criarem uma verdadeira ofensiva contra os fraudadores, que vai além do uso de tecnologia, com uso de Inteligência Artificial e Data Science, até recursos à Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, a Seguros Unimed obteve decisões judiciais favoráveis contra práticas fraudulentas, evitando um prejuízo total de R$ 4 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos processos era contra uma clínica que tentava obter reembolso por tratamentos de hemodiálise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outro era contra um hospital que solicitava dados pessoais dos segurados para efetuar transações de reembolso. A determinação judicial proibiu essa prática e impôs uma multa em caso de descumprimento, além de reforçar que a seguradora não aceitará pedidos de reembolso sem o devido comprovante de pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos firmes na nossa missão de garantir a segurança financeira e a confiança dos nossos clientes. Continuaremos a agir contra práticas irregulares”, declarou Fabiano Catran, diretor executivo institucional e de cliente da Seguros Unimed.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só neste ano, a seguradora conseguiu 24 decisões favoráveis na Justiça, que impediram clínicas e estipulantes de solicitar login e senha, emitir reembolsos sem desembolso e abrir demandas junto à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), resultando em uma economia de R$ 16,6 milhões, além de 74 notícia-crime distribuídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandro Silva, da Leve, conta que a operadora possui processos específicos que utilizam a Inteligência Artificial e Data Science para a rápida e efetiva identificação de fraudes. “O uso intensivo da tecnologia nos permite manter um rígido controle dos custos e a oferta de produtos e serviços aos nossos clientes com qualidade e preços competitivos”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Ricardo Yamin, doutor em processo civil e especialista em direito da saúde, destaca que a fraude tem sido uma das principais preocupações das empresas de plano de saúde nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Elas ocorrem de diversas formas, por agentes diferentes envolvidos na saúde suplementar. Podem ser cometidas por beneficiários, médicos, clínicas ou hospitais. Identificada a fraude, as empresas de plano de saúde têm adotado postura enérgica em seu combate, com atitudes que vão desde o encerramento de contratos, até a instauração de processos criminais e cíveis para reaver o prejuízo”, alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele avalia que o desperdício de recursos faz com que toda a cadeia de atendimento tenha uma qualidade inferior a ideal. “O valor desviado faz com que faltem recursos para a contratação de profissionais, para o investimento em tecnologia e até adquirir equipamentos de saúde adequados para os pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também, para tentar evitar mais fraudes, em toda a rede credenciada começa-se a existir uma maior burocratização dos serviços, o que causa demora nos pagamentos e possível aumento de glosas”, finaliza o advogado.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/planos-de-saude-recorrem-a-justica-e-ia-contra-fraudes/">Planos de saúde recorrem à Justiça e IA contra fraudes</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cidade mineira prevê R$ 10 bi de investimentos de farmacêuticas</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/cidade-mineira-preve-r-10-bi-de-investimentos-de-farmaceuticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2024 20:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[Montes claros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Diário do Comércio Localizada em um dos principais entroncamentos viários do Brasil, Montes Claros (MG) caminha para se tornar um polo da indústria farmacêutica do País. Nos próximos cinco anos, a cidade projeta receber aportes de R$ 10 bilhões das farmacêuticas, o que coloca o Norte de Minas Gerais em destaque na reindustrialização pós-pandemia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Diário do Comércio</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Localizada em um dos principais entroncamentos viários do Brasil, Montes Claros (MG) caminha para se tornar um polo da indústria farmacêutica do País. Nos próximos cinco anos, a cidade projeta receber aportes de R$ 10 bilhões das farmacêuticas, o que coloca o Norte de Minas Gerais em destaque na reindustrialização pós-pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o presidente da regional Norte da&nbsp;Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Adauto Marques, diversas empresas estão migrando para a região, que possui um regime tributário especial para atração de novos negócios. Para o próximo ano, ele acrescenta que a cidade está em tratativas avançadas com outras quatro empresas, sendo três no segmento de fármacos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados, segundo Marques, são derivados de um levantamento realizado há vinte anos pela Federação que identificou a vocação de diferentes regiões de Minas Gerais. Para o Norte, a fruticultura, a biotecnologia e a produção de fármacos foram apontados como os mais promissores e a partir disso, foram iniciados os trabalhos com foco na atração de investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Indústrias farmacêuticas que estariam migrando para outros estados conseguiram se instalar na região. Com isso, a cidade passou a abrigar marcas, como Novo Nordisk, Hipolabor, Cristália e Eurofarma que hoje contam com instalações na região e desfrutam de benefícios tributários e logísticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O polo de indústria farmacêutica já é realidade e para os próximos anos Montes Claros receberá um dos maiores volumes de investimentos do Brasil neste setor. São aportes em construção, equipamentos e pesquisa que prometem levar emprego, renda e desenvolvimento para Minas Gerais”, destaca Adauto Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Oportunidades para farmacêuticas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de um segmento que envolve inovação, Marques considera que as oportunidades se multiplicam em razão da disponibilidade de linhas de créditos mais atrativas. Montes Claros hoje conta com apoio do Banco do Nordeste, do fundo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), além do BNDES, que também disponibiliza recursos para indústria de diversos setores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os novos aportes e a entrada de outras empresas, o presidente da Fiemg na região avalia que nos próximos dois anos, mais de cinco mil pessoas podem ser contratadas. “Contamos com uma rede de prestadores de serviços surpreendente, fábricas construindo fábricas, e estamos qualificando mão de obra para nos tornarmos também um importante polo educacional”, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melhorias na infraestrutura da cidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar a infraestrutura da cidade, Marques ressalta os avanços nos últimos anos em termos de mobilidade para deslocamento de pessoas e produtos. Para 2025,&nbsp;o aeroporto da cidade terá o tamanho duplicado, além da construção um novo pátio de aeronaves e novas áreas de escape.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação às rodovias, a duplicação da BR-251, que liga Montes Claros a Salinas é vista como urgente e necessária. “É importantíssima para salvar vidas e para escoar a produção, facilitando a conexão do Norte de Minas com o Nordeste do Brasil”, afirma Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o futuro, o presidente da regional norte da&nbsp;Fiemg&nbsp;considera que o trabalho em conjunto com sensibilidade é o motor para que tudo funcione e o bom relacionamento com os órgãos públicos é fundamental. “O empresário não quer nada a não ser atenção, serem bem recebidos e estamos passando por um momento feliz. O próximo passo é entender que precisamos agilizar essas demandas para dar sequência aos avanços nos investimentos”, finaliza.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/cidade-mineira-preve-r-10-bi-de-investimentos-de-farmaceuticas/">Cidade mineira prevê R$ 10 bi de investimentos de farmacêuticas</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saúde no foco das deep techs de São Paulo</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/saude-no-foco-das-deep-techs-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 19:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[Deep techs]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14281</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Fapesp O Brasil possui hoje aproximadamente 900 deep techs, como são chamadas as startups voltadas a criar tecnologias baseadas em avanços científicos e com grande potencial de impulsionar mudanças, estabelecer novas indústrias e reinventar as atuais. O modelo de negócio delas está concentrado no desenvolvimento de novas tecnologias para venda direta ou licenciamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Fapesp</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil possui hoje aproximadamente 900 deep techs, como são chamadas as startups voltadas a criar tecnologias baseadas em avanços científicos e com grande potencial de impulsionar mudanças, estabelecer novas indústrias e reinventar as atuais. O modelo de negócio delas está concentrado no desenvolvimento de novas tecnologias para venda direta ou licenciamento para grandes indústrias. Os principais segmentos são os de saúde e agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase 70% dessas deep techs estão situadas na região Sudeste, sendo 55% em São Paulo, entre outras razões, pela disponibilidade de recursos voltados ao fomento de startups, especialmente oriundos do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As constatações são do Relatório Deep Techs Brasil 2024, elaborado pela consultoria Emerge em parceria com o Cubo do Itaú e a CAS. O relatório destaca que as deep techs vêm ganhando destaque nos cenários de investimento, industrial, governamental e acadêmico por contribuírem para solucionar grandes desafios globais, assim como proporcionar desenvolvimento socioeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de consultas à base de fomento e apoio a startups com esse perfil, fontes abertas de dados de startups e um mapeamento próprio, a Emerge identificou 875 deep techs no Brasil, atuantes em diversos setores, das quais 55,2% estão localizadas no Estado de São Paulo e 28% já receberam recursos do PIPE-FAPESP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse contexto reflete o forte estímulo e apoio ao desenvolvimento de startups, sendo o Estado de São Paulo um pioneiro e sede dos principais ecossistemas de inovação no Brasil. Além disso, abriga algumas das mais renomadas universidades e centros de pesquisa do país, como as universidades de São Paulo [USP], Estadual de Campinas [Unicamp] e Estadual Paulista [Unesp], além do Instituto Tecnológico de Aeronáutica [ITA] e o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais [CNPEM]”, apontaram os autores do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Iniciativas de fomento à inovação de base científica, como editais de Fundações de Amparo estaduais e programas regionais, como o Inova Amazônia, vêm contribuindo para o crescimento de ecossistemas em outras unidades federativas brasileiras”, avaliaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desafio de financiamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário de ecossistemas de inovação mais maduros, as deep techs brasileiras demoram mais de cinco anos para iniciar o crescimento. Há organizações que estão no mercado há mais de uma década e ainda não conseguiram avançar no escalonamento de suas tecnologias, constataram os autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O desafio de obter financiamento para o desenvolvimento de tecnologias no Brasil é grande e muitas startups acabam dependentes de editais de fomento ou de subvenção econômica, apresentando um ritmo extremamente lento de crescimento”, apuraram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das deep techs brasileiras mapeadas ainda está focada no desenvolvimento de suas tecnologias, com apenas 30% das organizações avançando para as fases de escalonamento, comercialização e expansão. Essas startups enfrentam um desafio significativo entre o desenvolvimento inicial e final de suas soluções, que passa pela comprovação da viabilidade e aplicabilidade de suas tecnologias para atender a uma demanda de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Durante essa transição, enfrentam um obstáculo crítico relacionado ao capital, pois as fontes de fomento público geralmente não se aplicam a esse estágio de maturidade e os investimentos privados são escassos, devido ao risco associado à baixa maturidade tecnológica”, afirmaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Programas de subvenção, fomento público e investidores-anjo representam 70% dos investimentos em deep techs brasileiras. No caso das que receberam mais de R$ 5 milhões de investimento, 70% utilizaram recursos públicos, constataram os autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dado o risco associado ao desenvolvimento tecnológico das deep techs, a combinação com investimento público não reembolsável é uma estratégia necessária para grande parte das startups. A FAPESP, a Finep, o Sebrae e a Embrapii têm desempenhado um papel muito relevante nesse ecossistema brasileiro. Da mesma forma, a cadeia de investimento privado é complexa e demanda vários tipos de investidores em cada etapa do desenvolvimento da tecnologia e do amadurecimento do negócio”, compararam.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/saude-no-foco-das-deep-techs-de-sao-paulo/">Saúde no foco das deep techs de São Paulo</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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