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	<title>Medicina - NuOn Health</title>
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	<description>Consultoria &#38; Acesso em Saúde</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 May 2025 21:52:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Medicina - NuOn Health</title>
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	<item>
		<title>Sarcomas de partes moles ganham nova terapia no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2025 21:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação / Foto: iStock -shock Acaba de chegar ao mercado nacional a trabectedina, um novo tratamento contra sarcomas avançados de tecidos moles, que são tumores raros e de difícil diagnóstico, acometendo 1,7 a cada 100 mil habitantes. O lançamento amplia o arsenal terapêutico contra a doença, que dispõe de poucas alternativas. Os sarcomas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação / Foto: iStock -shock</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acaba de chegar ao mercado nacional a trabectedina, um novo tratamento contra sarcomas avançados de tecidos moles, que são tumores raros e de difícil diagnóstico, acometendo 1,7 a cada 100 mil habitantes. O lançamento amplia o arsenal terapêutico contra a doença, que dispõe de poucas alternativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sarcomas de partes moles são todos os tumores provenientes do tecido conectivo, como músculos, tendões, vasos sanguíneos, células de gordura e cartilagens. Existem mais de 100 subtipos. As regiões mais afetadas são braços e pernas, com metade dos casos, seguido pelo tronco, com 40% dos diagnósticos. Cabeça e pescoço juntos somam os 10% restantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da quantidade de subtipos, esses sarcomas são raros e respondem por menos de 2% dos diagnósticos oncológicos na população adulta. Nos Estados Unidos, são registrados mais de 13 mil novos casos por ano. No Brasil, não existem estatísticas para esse tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A aprovação desse medicamento ajuda a preencher uma lacuna no tratamento de sarcomas, uma área com poucas opções terapêuticas eficazes. É um marco importante, que vai impactar positivamente a vida de muitos pacientes”, avalia a oncologista Dra. Bruna David, pesquisadora clínica do INCA (Instituto Nacional do Câncer) e líder nacional do Grupo Oncoclinicas para a área dos sarcomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trabectedina é indicada para o tratamento de pacientes adultos com sarcoma avançado dos tecidos moles, após falha de antraciclinas e ifosfamida, ou pacientes que não são elegíveis para receber esses agentes. Estudos demonstram que a terapêutica aumenta a sobrevida livre de progressão, controla a doença e traz resposta objetiva em percentuais clínica e estatisticamente significativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sintomas inespecíficos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como podem afetar qualquer parte do corpo, os sarcomas de tecidos moles podem ser assintomáticos nas fases iniciais ou apresentarem sintomas inespecíficos. “De maneira geral, os sinais da doença incluem a presença de uma massa, edema ou alterações na sensibilidade da área afetada. É raro que a doença apresente sintomas como febre, perda de peso ou fadiga”, alerta a Dra. Bruna, complementando que pequenos caroços, com tamanho semelhante ao de bolinhas de pingue-pongue, devem ser considerados como potenciais sarcomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fechar o diagnóstico, são realizados exames de imagens, como ultrassonografia, radiografia, tomografia e biópsia. O procedimento diagnóstico recomendado para o paciente dependerá de fatores como o tamanho, subtipo e localização do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante ressaltar que, devido à sua raridade e à diversidade de subtipos dentro dessa condição, o tratamento deve ser conduzido por profissionais capacitados na área. Estudos demonstram que a abordagem especializada impacta positivamente no prognóstico do paciente. Além disso, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de sucesso no tratamento”, recomenda a especialista.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/sarcomas-de-partes-moles-ganham-nova-terapia-no-brasil/">Sarcomas de partes moles ganham nova terapia no Brasil</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ferramenta baseada em IA ‘mede’ agressividade de câncer</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/ferramenta-baseada-em-ia-mede-agressividade-de-cancer-e-abre-caminho-para-novas-terapias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2025 13:20:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Fapesp Com o aumento dos casos de câncer no mundo, a doença tem se mostrado cada vez mais complexa, desafiando a ciência na busca por avanços no diagnóstico e tratamento. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) vem sendo uma aliada em modelos de predição e detecção de casos. Uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Fapesp</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o aumento dos casos de câncer no mundo, a doença tem se mostrado cada vez mais complexa, desafiando a ciência na busca por avanços no diagnóstico e tratamento. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) vem sendo uma aliada em modelos de predição e detecção de casos. Uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e da Polônia pode contribuir nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo de aprendizado de máquina se mostrou capaz de prever por meio de proteínas específicas a agressividade de alguns tipos de tumor, gerando um índice para o grau de stemness que varia de baixo (zero) a alto (um). Conforme aumenta esse índice, o câncer tende a ser mais agressivo, resistente a medicamentos e propenso a recidivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grau stemness se refere a quanto as células tumorais se assemelham a células-tronco pluripotentes, aquelas com capacidade de se transformar em quase todos os tipos de célula do organismo humano. Quanto mais a doença avança, menos as células malignas se parecem com o tecido do qual se originaram, se autorrenovando e com fenótipo indiferenciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para desenvolver a ferramenta, os cientistas utilizaram conjuntos de dados do Consórcio de Análise Proteômica Clínica de Tumores (CPTAC, na sigla em inglês) referentes a 11 tipos de câncer e desenvolveram o índice de stemness baseado na expressão proteica (PROTsi). Foram analisadas mais de 1.300 amostras de casos de mama, ovário, pulmão – carcinoma de células escamosas e adenocarcinoma –, rim, útero, cérebro (pediátrico e adulto), cabeça e pescoço, cólon e pâncreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da integração do PROTsi com dados proteômicos de 207 células-tronco pluripotentes, o grupo identificou proteínas que impulsionam a agressividade de alguns tipos desses tumores. Essas moléculas podem ser possíveis alvos para novas terapias gerais ou específicas. Com isso, a ferramenta também contribui para a personalização da terapia anticâncer, além do avanço do desenvolvimento clínico de tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os achados do estudo, incluindo a validação dos resultados, foram publicados na revista científica Cell Genomics.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas dessas proteínas já são alvos de medicamentos disponíveis no mercado para pacientes de câncer e outras doenças. Podem ser testadas em trabalhos futuros a partir dessa identificação. Chegamos a elas ao fazer a associação entre o fenótipo de stemness e a agressividade tumoral”, explica à Agência FAPESP a professora Tathiane Malta, do Laboratório de Multiômica e Oncologia Molecular da FMRP-USP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora correspondente do artigo, juntamente com o professor Maciej Wiznerowicz, da Poznan University of Medical Sciences (Polônia), Malta tem apoio da FAPESP por meio do programa Apoio a Jovens Pesquisadores (projetos 19/14928-1 e 18/00583-0).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos, a professora foi uma das vencedoras, em 2022, de um prêmio que visa promover e reconhecer a participação feminina na ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, Malta foi a primeira autora de um artigo divulgado na Cell, resultado de sua pesquisa de pós-doutorado, em que o grupo desenvolveu um índice stemness capaz de medir de forma objetiva o grau de similaridade de amostras tumorais com células-tronco pluripotentes (leia mais em: agencia.fapesp.br/27509).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“À época desenvolvemos o algoritmo baseado em aprendizado de máquina usando o banco público de tumores mantido pelo The Cancer Genome Atlas (TCGA), nos Estados Unidos. Nos baseamos em dados de expressão gênica, quantificando RNA, e de epigenômica, com metilação no DNA. Agora trabalhamos com o banco do CPTAC, baseado em proteômica, e fizemos um update com as análises de proteína, uma molécula funcional que se enquadra em possibilidades de tratamento e aplicação clínica”, completa Malta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos resultados obtidos agora, o PROTsi correlacionou-se positivamente com escores de stemness baseados em transcriptomas previamente publicados, incluindo o modelo de 2018. Foi mais eficaz, por exemplo, na distinção entre amostras tumorais e não tumorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Renan Santos Simões, orientando de Malta e que divide a primeira autoria do artigo com Iga Kołodziejczak-Guglas, do International Institute for Molecular Oncology (Poznań), o avanço obtido na caracterização do stemness, considerando os níveis de proteína e suas modificações, abre caminho para uma compreensão mais profunda da progressão tumoral e dos mecanismos de resistência às terapias atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ciência avança aos poucos, de forma cuidadosa e construída em muitas mãos. É gratificante perceber que estamos contribuindo com esse processo. É isso que nos motiva: saber que o que fazemos hoje pode significar uma diferença real para os pacientes, aprimorando os tratamentos e a qualidade de vida”, afirma Simões, bolsista da FAPESP. A pesquisa contou ainda com a participação do brasileiro Emerson de Souza Santos, também aluno de Malta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quadro</strong><br>No último Dia Mundial do Câncer, lembrado em 4 de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que 40 pessoas por minuto recebem diagnóstico da doença no mundo, tendo de se submeter a tratamentos oncológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais causas de morte, os tumores têm afetado mais a população jovem. Estudo publicado em 2023 na BMJ Oncology pontou que a incidência de câncer de início precoce em adultos com menos de 50 anos cresceu 79% entre 1990 e 2019, além de aumento de 28% dos óbitos. Foram analisados 29 tipos de câncer em 204 países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que haja 704 mil novos registros por ano no triênio 2023-2025. De acordo com a publicação Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil, os tumores malignos mais comuns são o de pele não melanoma (31% do total de casos), seguido de mama feminina (10,5%), próstata (10%), cólon e reto (6,5%), pulmão (4,6%) e estômago (3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultados</strong><br>No processo de validação, o PROTsi apresentou desempenho consistente em vários conjuntos de dados, distinguindo claramente células-tronco das diferenciadas, com diferentes tumores se posicionando em níveis intermediários. No desfecho clínico, o PROTsi foi preditivo em casos de câncer de útero e cabeça e pescoço, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a ferramenta conseguiu diferenciar melhor os tumores de maior grau em amostras de adenocarcinoma, útero, pâncreas e câncer de cérebro pediátrico. “Buscamos montar um modelo que pode ser aplicado para qualquer câncer, mas vimos que funciona melhor para alguns do que para outros. Estamos deixando uma fonte de dados à disposição para trabalhos futuros”, diz Malta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a professora, o grupo da USP continua testando outros modelos computacionais para aprimorar as previsões.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/ferramenta-baseada-em-ia-mede-agressividade-de-cancer-e-abre-caminho-para-novas-terapias/">Ferramenta baseada em IA ‘mede’ agressividade de câncer</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teste de saliva pode revolucionar diagnóstico de câncer de próstata</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/teste-de-saliva-pode-revolucionar-diagnostico-de-cancer-de-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 11:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: BBC Um teste de saliva pode ajudar a &#8220;virar o jogo&#8221; do câncer de próstata, afirmam cientistas britânicos. O exame analisa o DNA dos homens para descobrir quem nasceu com maior risco de desenvolver a doença. E, ao encaminhá-los para realizar exames de biópsia da próstata e de ressonância magnética, foram descobertos alguns tumores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: BBC</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um teste de saliva pode ajudar a &#8220;virar o jogo&#8221; do câncer de próstata, afirmam cientistas britânicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exame analisa o DNA dos homens para descobrir quem nasceu com maior risco de desenvolver a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, ao encaminhá-los para realizar exames de biópsia da próstata e de ressonância magnética, foram descobertos alguns tumores agressivos que, de outra forma, teriam passado despercebidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ainda não foi comprovado que o teste salva vidas, e especialistas dizem que vai levar &#8220;anos&#8221; até que esses testes possam ser usados rotineiramente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 12 mil homens no Reino Unido morrem de câncer de próstata todos os anos. Os pedidos para a realização de exames preventivos de rotina em homens saudáveis no país aumentaram desde que o ciclista olímpico Chris Hoy anunciou que tinha câncer de próstata terminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação de realizar esses exames de rastreamento, no entanto, passou a ser mais questionada, debatida e relativizada nos últimos anos no mundo todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Reino Unido, o exame PSA — que mede os níveis de antígeno prostático específico (PSA) no sangue — foi descartado para rastreamento de rotina devido ao risco de causar mais prejuízos do que benefícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, algumas instituições — como o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) — contraindicam a realização do rastreamento do câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, entidades como a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) defendem a importância desses exames periódicos para alguns grupos. (Confira aqui os argumentos apresentados nesta discussão)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este exame de saliva não procura sinais de câncer de próstata dentro do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez disso, ele procura por 130 mutações no DNA dos homens, cada uma das quais pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No estudo, os cientistas testaram homens com idades entre 55 e 69 anos, e calcularam seus respectivos riscos. Os homens entre os 10% com pontuação mais alta foram convidados a realizar exames adicionais — incluindo uma biópsia e uma ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, publicado na revista científica New England Journal of Medicine, mostrou que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dos 745 homens com pontuação alta, 468 estavam preparados para fazer os exames adicionais;</li>



<li>187 foram diagnosticados com câncer de próstata;</li>



<li>103 eram tumores de alto risco que precisavam de tratamento; 74 deles não teriam sido descobertos neste estágio com os exames atuais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com este teste, pode ser possível virar o jogo do câncer de próstata&#8221;, afirmou Ros Eeles, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Podemos identificar homens com risco de tumores agressivos que precisam de mais exames, e poupar os homens com menor risco de tratamentos desnecessários&#8221;, ela acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dheeresh Turnbull, de 71 anos, participou do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele descobriu que estava na categoria de maior risco, apesar de não ter histórico familiar de câncer de próstata. Um exame mais aprofundado mostrou que ele tinha câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Fiquei completamente chocado, eu nunca teria sido diagnosticado neste estágio se não tivesse participado do estudo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu irmão mais novo foi então convidado a participar do estudo — e também descobriu que tinha um tumor agressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É incrível pensar que, graças a este estudo, duas vidas foram salvas na minha família&#8221;, afirmou Dheeresh.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8216;Ainda há um longo caminho pela frente&#8217;<br>Mas o teste não está pronto para ser implementado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dusko Ilic, professor da Universidade King&#8217;s College London, disse que o teste era &#8220;promissor&#8221;, mas melhorou a detecção do câncer &#8220;apenas modestamente&#8221; quando usado junto aos fatores de risco atuais — como idade, exames PSA e ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também afirmou que ainda não havia &#8220;nenhuma evidência direta&#8221; de que melhorasse a sobrevida ou a qualidade de vida, o que significa que mais estudos são necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a pesquisa se concentrou em pessoas de ascendência europeia, e um trabalho ainda está em andamento para adaptá-la a pessoas de outras origens. Acredita-se que os homens negros tenham o dobro do risco de câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe de pesquisa também afirma que há dúvidas sobre a relação custo-benefício, os possíveis danos e o melhor momento para analisar o risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teste de saliva vai fazer parte do estudo Transform, que está tentando descobrir a melhor maneira de introduzir o rastreamento do câncer de próstata no Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Michael Inouye, professor da Universidade de Cambridge, disse acreditar que este estudo será visto &#8220;como um marco&#8221; na defesa do uso da genética para avaliar o risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas acrescentou: &#8220;Este é um grande passo no caminho para a implementação clínica, mas ainda há um longo caminho pela frente&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirmou que &#8220;provavelmente vai levar anos&#8221; até que o NHS, sistema público de saúde britânico, use esse tipo de teste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/teste-de-saliva-pode-revolucionar-diagnostico-de-cancer-de-prostata/">Teste de saliva pode revolucionar diagnóstico de câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/estudo-mostra-que-teleconsulta-e-eficaz-no-acompanhamento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 21:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14939</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Brasil Uma consulta médica sem sair de casa, usando apenas o celular ou outro dispositivo eletrônico conectado à internet. Impulsionada pela pandemia, a teleconsulta ganhou espaço e passou a ser vista como uma forma de expandir o acesso e oferecer acompanhamento a pacientes das redes públicas e privadas de saúde. Mas a modalidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma consulta médica sem sair de casa, usando apenas o celular ou outro dispositivo eletrônico conectado à internet. Impulsionada pela pandemia, a teleconsulta ganhou espaço e passou a ser vista como uma forma de expandir o acesso e oferecer acompanhamento a pacientes das redes públicas e privadas de saúde. Mas a modalidade é mesmo confiável e eficaz?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos em todo o mundo buscam responder a essa pergunta, assim como investigar em que situações deve ou não ser usada. Uma dessas pesquisas investiga a teleconsulta para pacientes com diabetes tipo 2 no sistema público de saúde brasileiro. O trabalho foi conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e foi publicado na revista científica The Lancet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo compara o acompanhamento de pacientes com diabetes tipo 2 por teleconsultas com endocrinologistas com o mesmo tipo de acompanhamento feito presencialmente por esses profissionais. A conclusão é que as teleconsultas se mostraram tão eficazes quanto os encontros presencias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante ter um estudo que mostre que realmente está comprovado que a teleconsulta é segura. Dá um embasamento para outros profissionais, para médicos que vão fazer a consulta, para gestores de saúde”, diz uma das autoras do estudo, Daniela Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gerente de pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Rosa Lucchetta, complementa que o estudo não mostra que a teleconsuta é melhor do que a presencial, mas apenas que é também segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma consulta médica sem sair de casa, usando apenas o celular ou outro dispositivo eletrônico conectado à internet. Impulsionada pela pandemia, a teleconsulta ganhou espaço e passou a ser vista como uma forma de expandir o acesso e oferecer acompanhamento a pacientes das redes públicas e privadas de saúde. Mas a modalidade é mesmo confiável e eficaz?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos em todo o mundo buscam responder a essa pergunta, assim como investigar em que situações deve ou não ser usada. Uma dessas pesquisas investiga a teleconsulta para pacientes com diabetes tipo 2 no sistema público de saúde brasileiro. O trabalho foi conduzido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, como parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) e foi publicado na revista científica The Lancet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo compara o acompanhamento de pacientes com diabetes tipo 2 por teleconsultas com endocrinologistas com o mesmo tipo de acompanhamento feito presencialmente por esses profissionais. A conclusão é que as teleconsultas se mostraram tão eficazes quanto os encontros presencias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante ter um estudo que mostre que realmente está comprovado que a teleconsulta é segura. Dá um embasamento para outros profissionais, para médicos que vão fazer a consulta, para gestores de saúde”, diz uma das autoras do estudo, Daniela Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gerente de pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Rosa Lucchetta, complementa que o estudo não mostra que a teleconsuta é melhor do que a presencial, mas apenas que é também segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do Proadi-SUS, hospitais sem fins lucrativos de referência direcionam recursos que seriam pagos em impostos para apoiar e aprimorar o SUS por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde. Hoje, o programa reúne seis hospitais: Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HCor, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Moinhos de Vento e Hospital Sírio-Libanês..</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diabetes e teleconsulta<br></strong>O estudo acompanhou 278 pacientes, majoritariamente mulheres (60%), com idades entre 54 e 68 anos. Todos são pacientes do SUS em Joinville (SC). A cidade foi escolhida por possuir uma estrutura de telemedicina no serviço público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a escolha por pesquisar pacientes com diabetes tipo 2, o chamado diabetes mellitus, se deu por conta do número de pessoas que convivem com a doença e pelas consequências, tanto para os pacientes quanto para o sistema de saúde, que a falta de acompanhamento adequado pode gerar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no Brasil, o que representa 6,9% da população nacional. Rodrigues explica que a doença exige um acompanhamento constante, algo em que a teleconsulta pode ajudar. Além disso, caso não seja feito o acompanhamento com os cuidados adequados, a doença pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O diabetes é uma doença que, além de aumentar a chance de as pessoas morrerem se não for controlado, tem também um elevado índice de morbidade, ou seja, de gerar complicações. Isso impacta não só na qualidade de vida da pessoa, como também sobrecarrega os sistemas de saúde, público e privado. Então essa foi a condição sensível para ser estudada”, diz Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Puderam participar do estudo pacientes que já estavam em tratamento no SUS. Eles foram distribuídos em dois grupos: um deles teve consultas presenciais, e o outro, teleconsultas. Ambos os grupos tiveram as mesmas quantidades de consultas e foram tratados apenas com medicamentos e exames disponíveis na rede pública. Ao final do estudo, mostrou-se que o acompanhamento remoto com médico especialista foi igualmente eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo é um dos poucos no mundo, segundo as pesquisadoras, que se trata de um ensaio clínico randomizado, ou seja, os pacientes foram distribuídos nos grupos de forma aleatória, o que confere maior segurança aos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora acrescenta que não apenas as populações isoladas são beneficiadas, mas também aqueles que vivem em grandes cidades, que enfrentam congestionamentos e falta de transporte público eficiente, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Telessaúde</strong><br>No Brasil, o SUS foi pioneiro na implementação da chamada telessaúde, em 2006, com a criação do Programa Telessaúde Brasil Redes. Trata-se de uma das principais estratégias do Programa SUS Digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a pandemia, o uso de tecnologias passou a ser mais difundido. Em 2022, o Conselho Federal de Medicina (CFM), publicou resolução que define e regulamenta a telemedicina, como forma de serviços médicos mediados por tecnologias de comunicação. “A telemedicina, hoje, é um instrumento de muita importância, dá um acesso a um grupo enorme de pessoas”, diz foi o 1º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fortes também defende que a telemedicina não deve substituir totalmente os atendimentos presenciais, mas complementá-los. “Tem algumas coisas que a mensuração feita à distância não consegue alcançar, como a cor real do paciente e o odor que o paciente exala. Isso tudo tem importância”, diz e ressalta: “Uma emergência tem que ser atendida nos estabelecimentos assistenciais, nos hospitais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Fortes, a telemedicina não deve substituir a alocação de médicos em áreas remotas. “A gente recomenda que a contratação de médicos dê preferência para esses locais mais distantes e remotos”, defende.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Integração</strong><br>As teleconsultas não são ofertadas de maneira isolada dentro do SUS, fazem parte de uma rede de atendimento, tanto mediada por tecnologia quanto presencial, que envolve as secretariais estaduais e municipais de saúde, além de universidades, que prestam suporte. Segundo a pesquisadora e professora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ilara Hämmerli, que é Integrante do Grupo temático de Informações em Saúde e População da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o serviço não deve ser ofertado isoladamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem que garantir, para um projeto de fato cidadão, um processo de fato que respeite a saúde, que cuide da população brasileira, a integralidade da atenção. Ou seja, começa na atenção básica, mas, assim que [o paciente] precisar de um exame ou de alguma coisa, ele tem para onde ser encaminhado. E se ele precisar de uma internação ou de alguma coisa mais complexa, ele tenha garantido o acesso a esse hospital. Esse é o grande desafio, no momento, a integração dos processos de telessaúde no SUS como um todo, garantir essa integralidade da atenção à saúde”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A viabilidade da telessaúde passa ainda por garantir acesso a tecnologias a toda a população brasileira e também capacitar as pessoas para que saibam usar esses dispositivos de forma eficiente. Dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostram que apenas 22% dos brasileiros com mais de 10 anos de idade têm condições satisfatórias de conectividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passa ainda, segundo Hämmerli, por garantir a segurança dos dados dos pacientes e mesmo a segurança nacional, evitando que informações importantes de saúde, exames e diagnósticos sejam compartilhados em aplicativos de grandes empresas de tecnologia, as chamadas Big Techs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma estratégia de Estado preciosa, mas que a gente precisa entender todas as salvaguardas e tudo que envolve a complexidade desse processo. Não dá para a gente achar que telemedicina ou telessaúde ou saúde digital é apenas botar a infraestrutura de uma operadora de internet, ter um médico ou um profissional de saúde fazendo o atendimento mediado pela tecnologia. Isso é importante, é necessário, mas não é suficiente para dar conta dos desafios complexos que hoje a atenção à saúde requer”, afirma Hämmerli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ministério da Saúde<br></strong>De acordo como Ministério da Saúde, a Rede Brasileira de Telessaúde conta com 27 núcleos, chegando a todos os estados brasileiros. Entre 2023 e 2024 foram realizados aproximadamente 4,6 milhões de teleatendimentos, como teleconsultas, telediagnósticos, emissão de laudos à distância e teleconsultorias entre profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de telessaúde cresceram significativamente desde a pandemia de Covid-19. Na Atenção Especializada à Saúde, o número de consultas aumentou, de 2022 para 2024, 99,8%, saindo de 679.265 para 1.138.828 atendimentos. O número de atendimentos em 2024 superou até mesmo os de 2021 (1.080.318), ano de pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta tem como meta implantar dois Núcleos de Telessaúde por estado até 2026. Além disso, pretende ampliar o número de Pontos de Telessaúde nos diversos serviços de saúde e em regiões de vazio assistencial; fortalecer a integração entre os serviços remotos e presenciais; e expandir o uso da telessaúde para todas as regiões e perfis populacionais, especialmente os mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério, a telessaúde “é uma estratégia essencial para ampliar o acesso às ações e serviços de saúde e reduzir desigualdades regionais, levando atendimento e orientação especializada a locais de difícil acesso. Ela complementa o atendimento presencial, ampliando a capacidade resolutiva da rede, sem substituí-la”, diz a pasta em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o Ministério da Saúde destinou, em 2024, R$ 464 milhões para a transformação digital do SUS, incluindo a expansão da telessaúde, com adesão de 100% dos estados e municípios ao Programa SUS Digital.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/estudo-mostra-que-teleconsulta-e-eficaz-no-acompanhamento-medico/">Estudo mostra que teleconsulta é eficaz no acompanhamento médico</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Prescrição farmacêutica: entidades médicas são contrárias à resolução do CFF</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/prescricao-farmaceutica-entidades-medicas-sao-contrarias-a-resolucao-do-cff/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2025 19:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14922</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: AMB e CFM O Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou, no último dia 17, uma resolução que autoriza a prescrição de medicamentos, incluindo aqueles que exigem receita médica, por farmacêuticos. A nova norma, que passa a valer a partir de abril, tem gerado questionamentos entre as associações médicas. A Associação Médica Brasileira (AMB) publicou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: AMB e CFM</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou, no último dia 17, uma resolução que autoriza a prescrição de medicamentos, incluindo aqueles que exigem receita médica, por farmacêuticos. A nova norma, que passa a valer a partir de abril, tem gerado questionamentos entre as associações médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Médica Brasileira (AMB) publicou uma nota demonstrando preocupação e se manifestando contrária à resolução. A instituição “entende que a prescrição de medicamentos é o ato final de um processo complexo de anamnese, exame físico e de exames subsidiários que permitem o correto diagnóstico das doenças, que só quando concluído e que se pode fazer a receita de determinado fármaco. Cabe aos médicos esta tarefa”, diz a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão da AMB, o farmacêutico não tem formação necessária para prescrever medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sem fundamento jurídico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federal de Medicina (CFM) também se posicionou por meio de nota, publicada no dia 20, endereçada aos médicos e aos brasileiros, alertando “que é absolutamente ilegal e desprovida de fundamento jurídico a Resolução Nº 5/2025” do CFF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A prescrição exige investigação, diagnóstico e definição de tratamento, competências exclusivas dos médicos, conforme o artigo 4º, Inciso X, da Lei N º 12.842/2013 (Lei do Ato Médico), as Diretrizes Curriculares Nacionais do MEC e jurisprudências consolidadas. A norma do CFF é um atentado à legalidade e à segurança da população. O CFM repudia veementemente essa resolução, que coloca a saúde pública em perigo ao permitir que não médicos, sem formação clínica adequada, prescrevam remédios. Tal prática pode levar a óbitos, sequelas e danos irreparáveis”, informa a nota do CFM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na visão da entidade, trata-se de uma invasão das atribuições médicas e os farmacêuticos não possuem treinamento para investigar patologias, definir terapias e gerenciar os efeitos adversos dos medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a nota, o CFM tomará as medidas judiciais, legais e políticas cabíveis contra a resolução do CFF.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/prescricao-farmaceutica-entidades-medicas-sao-contrarias-a-resolucao-do-cff/">Prescrição farmacêutica: entidades médicas são contrárias à resolução do CFF</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Envelhecemos em ritmo constante ou em saltos?</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/envelhecemos-em-ritmo-constante-ou-em-saltos-saiba-o-que-a-ciencia-descobriu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 20:56:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14864</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: New York Times — Você acorda de manhã e, de repente, se sente velho — resume Steve Hoffmann, professor de biologia computacional no Instituto Leibniz de Envelhecimento, em Jena, na Alemanha. — Essa é, basicamente, a conclusão. Acontece que pode haver uma base científica para essa experiência. Ao analisar marcadores relacionados à idade, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: New York Times</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">— Você acorda de manhã e, de repente, se sente velho — resume Steve Hoffmann, professor de biologia computacional no Instituto Leibniz de Envelhecimento, em Jena, na Alemanha. — Essa é, basicamente, a conclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que pode haver uma base científica para essa experiência. Ao analisar marcadores relacionados à idade, como proteínas e marcas de DNA na corrente sanguínea, alguns cientistas estão começando a entender que o envelhecimento na fase adulta não é um processo linear. Ele pode ocorrer de forma abrupta em determinados momentos da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui está o que eles descobriram até agora e o que isso pode significar para sua saúde e longevidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é o &#8216;envelhecimento não linear&#8217;?<br></strong>Os cientistas há muito suspeitam que o envelhecimento pode ocorrer em surtos, mas só começaram a usar sinais moleculares para medir seu ritmo na última década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo amplamente divulgado da Universidade de Stanford, publicado no ano passado, acompanhou diversas mudanças moleculares associadas ao envelhecimento em amostras de sangue coletadas de 108 adultos entre 25 e 75 anos. Comparando amostras de diferentes idades, descobriu-se que as pessoas pareciam envelhecer mais rapidamente por volta dos 44 anos e novamente aos 60. Os conjuntos de mudanças no primeiro pico estavam mais relacionados ao metabolismo de gorduras e álcool, além da função muscular, enquanto o segundo pico se relacionava mais à disfunção imunológica e muscular. O primeiro pico pode ajudar a explicar por que as pessoas têm mais dificuldade em metabolizar álcool a partir dos 40 anos e por que se tornam mais propensas a doenças na faixa dos 60, segundo Michael Snyder, professor de genética na Escola de Medicina de Stanford e coautor do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, no ano passado, um estudo com camundongos, que teve Hoffmann como coautor, revelou que modificações químicas repentinas no DNA ocorriam nos primeiros e medianos estágios da vida dos roedores e, novamente, na transição da meia-idade para a velhice, sugerindo a existência de três fases distintas de envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já um estudo de 2019, que analisou o plasma sanguíneo de mais de 4 mil pessoas, apontou saltos significativos na concentração de proteínas associadas ao envelhecimento nas décadas de 40, 70 e 80 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros especialistas acreditam que o envelhecimento não ocorre necessariamente em surtos curtos, mas em fases mais longas. Steve Horvath, amplamente considerado um pioneiro no desenvolvimento das ferramentas de medição biológica do envelhecimento conhecidas como relógios epigenéticos, afirma que um estudo realizado por ele em 2013 indicou que a taxa de envelhecimento segue uma curva acentuada da infância até a puberdade, tornando-se linear após os 20 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Há também dados iniciais que sugerem que certos órgãos, como o coração ou o cérebro, podem envelhecer mais rápido do que outros — diz Tony Wyss-Coray, professor de neurologia e ciências neurológicas na Universidade de Stanford e autor do estudo de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente de acontecer em fases ou surtos, ainda não está claro como todas essas mudanças moleculares contribuem para o envelhecimento e para doenças relacionadas à idade. No entanto, esses achados podem oferecer mais insights sobre mudanças bem conhecidas da meia-idade, como a desaceleração do metabolismo, pontua Allison Aiello, professora de epidemiologia no Centro de Envelhecimento Robert N. Butler, da Universidade de Columbia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso poderia permitir uma abordagem mais direcionada para o gerenciamento da saúde, com foco em mudanças e condições específicas associadas a determinadas faixas etárias, defende Aditi Gurkar, professora assistente de medicina no Instituto de Envelhecimento da Universidade de Pittsburgh.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que o futuro reserva?<br></strong>— Essas descobertas são muito interessantes, mas eu diria que ainda são preliminares — diz Eric Verdin, presidente e diretor executivo do Instituto Buck para Pesquisa sobre Envelhecimento. — Isso levanta uma série de questões: o que de fato ocorre? Qual órgão ou conjunto de órgãos está causando essas grandes mudanças?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras questões em aberto incluem se essas mudanças variam entre indivíduos ou entre os sexos, e qual o impacto do estilo de vida e do comportamento, já que há evidências crescentes de que certos eventos — como gravidez, traumas, adversidades ou mesmo uma infecção por Covid — podem acelerar o envelhecimento biológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas estão ansiosos para responder a essas perguntas por meio de estudos longitudinais que acompanhem mudanças ao longo da vida de uma pessoa. Esse método permitiria considerar diferenças ambientais e de estilo de vida entre os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Se quisermos realmente identificar se há uma tendência linear ou surtos que ocorrem em períodos específicos, precisamos acompanhar as mesmas pessoas ao longo do tempo para verificar se essas mudanças são biológicas — afirma Aiello.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, os pesquisadores apenas começaram a explorar como as mudanças moleculares se relacionam com o envelhecimento, diz Luigi Ferrucci, diretor científico do Instituto Nacional de Envelhecimento dos EUA. Ao aprender mais, acrescenta, eles podem ajudar as pessoas a viver melhor por mais tempo e a prevenir doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Em vez de começarmos a declinar aos 70, podemos tentar fazer isso aos 75 e ganhar cinco anos de vida com qualidade — concluiu.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/envelhecemos-em-ritmo-constante-ou-em-saltos-saiba-o-que-a-ciencia-descobriu/">Envelhecemos em ritmo constante ou em saltos?</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estudo investiga uso continuado de opioides para dor crônica</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/estudo-investiga-uso-continuado-de-opioides-para-dor-cronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 15:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14795</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: EurekAlerts A dor crônica é complexa e difícil de tratar. A prescrição de medicamentos opioides para dor tornou-se controversa, mas pode ajudar alguns pacientes. Para melhor compreender esse desafio, um novo estudo explora os danos e benefícios de continuar ou descontinuar a prescrição de medicamentos opioides a longo prazo para adultos com dor crônica. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: EurekAlerts</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor crônica é complexa e difícil de tratar. A prescrição de medicamentos opioides para dor tornou-se controversa, mas pode ajudar alguns pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para melhor compreender esse desafio, um novo estudo explora os danos e benefícios de continuar ou descontinuar a prescrição de medicamentos opioides a longo prazo para adultos com dor crônica. Os autores analisaram as opiniões de 28 especialistas sobre os danos versus benefícios de manter, reduzir ou interromper as prescrições de medicamentos opioides para dor crônica, uma condição comum em todo o mundo, que geralmente é bastante difícil de tratar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores do estudo descobriram a falta de consenso entre os especialistas sobre como tratar a dor crônica (com duração de três meses ou mais) não relacionada ao câncer. Um pouco mais de um terço dos especialistas (36%) acreditava que a terapia opioide a longo prazo é benéfica, enquanto uma porcentagem igual indicou que ela deveria ser descontinuada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade dos especialistas acreditava que os pacientes podem sofrer danos com a redução excessivamente rápida ou interrupção dos opioides, enquanto alguns recomendaram tentar uma redução gradual (mesmo após uma tentativa anterior de redução que não tenha sido bem-sucedida), possivelmente com a adição de medicamentos para controlar os sintomas de abstinência, para não manter a terapia com opioides.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns dos especialistas defenderam a substituição dos pacientes por buprenorfina, que diminui os efeitos da dependência física aos opioides, como os sintomas de abstinência e os desejos, e é usada para tratar a dor. Alguns consideraram adicionar terapias não opioides para dor (inclusive tentando essas terapias novamente, mesmo que tenham sido ineficazes no passado), assim como engajar-se em uma tomada de decisão compartilhada com o paciente, embora houvesse pouco consenso sobre como realizar essas opções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns especialistas mencionaram o benefício de abordar condições concomitantes relacionadas à segurança do paciente, como o uso de álcool, sintomas de saúde mental e efeitos colaterais dos opioides.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos dos especialistas abordaram a questão de avaliar ou tratar o transtorno por uso de opioides ou o risco de overdose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os potenciais danos dos medicamentos opioides para dor são bem conhecidos, no entanto, os pacientes podem se habituar a eles e querer que seus médicos continuem prescrevendo-os. Retirar os pacientes dos opiáceos pode resultar no retorno ou agravamento da dor crônica, problemas de saúde mental, busca por drogas e, potencialmente, overdose e morte. Além disso, esses medicamentos poderiam ser usados por outra pessoa, possivelmente indo parar nas ruas”, disse Kurt Kroenke, M.D., coautor do estudo, do Regenstrief Institute e da Escola de Medicina da Universidade de Indiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por outro lado, esses medicamentos podem estar ajudando a aliviar a dor debilitante do paciente, o que pode afetar sua capacidade de interagir com a família, manter um emprego, participar de atividades sociais e muitos outros aspectos da vida.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um número substancial de pessoas que recebem prescrições de medicamentos opioides continua a sofrer de dor crônica. O Dr. Kroenke observa que esses indivíduos podem ser bons candidatos para redução da dose, descontinuação da prescrição e para tratamentos mais eficazes e seguros para a dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem sua análise das opiniões dos especialistas, dizendo: “Diretrizes sobre se deve continuar ou reduzir a prescrição de opioides a longo prazo podem ser difíceis de utilizar, dadas as preocupações com a responsabilidade profissional, as regulamentações em mudança e as iniciativas do sistema de saúde, as diferentes perspectivas dos provedores e dos pacientes sobre os benefícios e danos dos opioides a longo prazo, e as crenças de alguns provedores de que a dependência de opioides interfere na objetividade dos pacientes. Enquanto isso, decisões individuais de cuidado que envolvem pesar os danos relativos devem se basear em normas de longa data de cuidado médico ético, que chamam por consentimento informado e conversas entre paciente e provedor fundamentadas no respeito mútuo.”</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/estudo-investiga-uso-continuado-de-opioides-para-dor-cronica/">Estudo investiga uso continuado de opioides para dor crônica</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Hospitais perdem 27% de produtividade com burnout em médicos</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/hospitais-perdem-27-de-produtividade-com-ausencias-e-burnout-em-profissionais-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Folli]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 15:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14787</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Redação Um levantamento realizado em nove hospitais particulares de diferentes regiões do país revela uma perda de produtividade em torno de 27%, resultando em mais de R$ 22 milhões em custos anuais com horas perdidas. O cálculo diz respeito às atividades de médicos e demais profissionais da saúde e foi realizado com base nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Redação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento realizado em nove hospitais particulares de diferentes regiões do país revela uma perda de produtividade em torno de 27%, resultando em mais de R$ 22 milhões em custos anuais com horas perdidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cálculo diz respeito às atividades de médicos e demais profissionais da saúde e foi realizado com base nas ausências dos colaboradores (faltas no trabalho) e no índice de presenteísmo, que identifica perdas de produtividade por estresse, esgotamento físico e mental e outros fatores associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nove hospitais participantes somam mais de 12 mil colaboradores, dos quais 31,2% participaram da pesquisa, o que configura uma amostra estatisticamente válida, com nível de confiança em 95%. No total, estima-se que mais de 914 mil horas de trabalho foram perdidas no ano por conta das ausências e quedas de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um impacto econômico muito relevante, que evidencia a necessidade de promover a saúde física e mental entre todos os colaboradores, em todos os setores de atividade econômica”, destaca Mara Machado, CEO e fundadora do IQG (Instituto Qualisa de Gestão), entidade responsável pelo levantamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especificamente no setor de saúde, o risco de erros clínicos chega a ser 2,2 vezes maior em profissionais com elevado índice de burnout. Os reflexos dessa condição, caracterizada pelo esgotamento físico e mental, influenciam na capacidade cognitiva do profissional e favorecem tomadas equivocadas de decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os resultados dessa pesquisa apontam para a necessidade de aprimorar a gestão e segurança ocupacional, com foco na saúde do colaborador. Não podemos deixar que a cultura do silêncio, em que erros e falhas são pouco discutidos por medo de represálias, seja um obstáculo para o aprimoramento contínuo da segurança do paciente”, enfatiza Mara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CEO do IQG destaca que o futuro da qualidade e segurança na saúde depende da conscientização de gestores e lideranças, bem como da adoção de políticas públicas robustas. “A transformação desse cenário requer um esforço coletivo para consolidar uma assistência cada vez mais segura, eficiente e humanizada, garantindo melhores desfechos clínicos e maior confiança dos pacientes no sistema de saúde”, afirma Mara.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/hospitais-perdem-27-de-produtividade-com-ausencias-e-burnout-em-profissionais-de-saude/">Hospitais perdem 27% de produtividade com burnout em médicos</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>EUA aprovam Ozempic para pacientes em risco de doença renal</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/eua-aprovam-ozempic-para-pacientes-em-risco-de-doenca-renal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 15:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14682</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Agência Estado Um medicamento popular para diabetes acaba de receber uma nova aprovação importante — e isso pode ser um divisor de águas para milhões de pessoas em risco de insuficiência renal. A FDA (agência americana semelhante à Anvisa) aprovou oficialmente o Ozempic como forma de ajudar a reduzir o risco de complicações renais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/eua-aprovam-ozempic-para-pacientes-em-risco-de-doenca-renal/">EUA aprovam Ozempic para pacientes em risco de doença renal</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Estado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um medicamento popular para diabetes acaba de receber uma nova aprovação importante — e isso pode ser um divisor de águas para milhões de pessoas em risco de insuficiência renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FDA (agência americana semelhante à Anvisa) aprovou oficialmente o Ozempic como forma de ajudar a reduzir o risco de complicações renais graves em pessoas com diabetes tipo 2 e doença renal crônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os riscos do diabetes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diabetes tipo 2 é uma das principais causas de doença renal crônica, que afeta mais de um em cada sete adultos nos Estados Unidos. A nova aprovação permite que médicos do país prescrevam Ozempic especificamente para diminuir o risco de insuficiência renal, diálise e morte por problemas cardíacos nesses pacientes de alto risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos últimos 20 anos, tem sido uma área em que os pesquisadores se esforçaram muito, mas entregaram muito pouco”, diz Stephen Gough, vice-presidente sênior de assuntos médicos globais na Novo Nordisk, a empresa que fabrica o Ozempic, ao The New York Times. “Ter algo novo é realmente empolgante e oferece esperança aos pacientes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gerenciamento da doença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Médicos já usam o Ozempic para gerenciar o diabetes tipo 2 e reduzir o risco de doenças cardíacas em pacientes com diabetes. A nova recomendação, conforme relatado pelo Times, foi baseada em pesquisas que mostraram que pessoas com diabetes tipo 2 e doença renal crônica que usaram Ozempic tiveram um risco 24% menor de complicações relacionadas aos rins, como a necessidade de diálise ou transplante de órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes no estudo também tiveram taxas mais lentas de declínio renal e menor propensão a morrer de problemas cardíacos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais pudermos atrasar o declínio da função renal, melhor”, afirma Melanie Hoenig, especialista em rins no Beth Israel Deaconess Medical Center, em Boston.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ozempic é frequentemente apontado como um medicamento para “perda de peso”, mas não é oficialmente aprovado para esse propósito. Ele é usado principalmente para controlar o açúcar no sangue, mas pesquisadores suspeitam que o medicamento também possa reduzir a inflamação nos rins e no corpo como um todo.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/eua-aprovam-ozempic-para-pacientes-em-risco-de-doenca-renal/">EUA aprovam Ozempic para pacientes em risco de doença renal</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Câncer colorretal cresce 80% no Brasil em 8 anos</title>
		<link>https://nuonhealth.com.br/cancer-colorretal-cresce-80-no-brasil-em-8-anos-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 13:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://nuonhealth.com.br/?p=14664</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) Os casos de câncer colorretal, o terceiro tipo mais letal da doença, aumentaram 80,3% no Brasil entre 2015 e 2023, segundo uma análise do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O levantamento, que utilizou dados de diagnósticos e atendimentos realizados por planos de saúde, revela um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos de câncer colorretal, o terceiro tipo mais letal da doença, aumentaram 80,3% no Brasil entre 2015 e 2023, segundo uma análise do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). O levantamento, que utilizou dados de diagnósticos e atendimentos realizados por planos de saúde, revela um cenário preocupante para os 51,5 milhões de brasileiros que contavam com assistência privada em novembro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, intitulado “Câncer Colorretal Na Saúde Suplementar: Tendências e Desafios”, alerta para a necessidade de campanhas de conscientização e programas de rastreamento como medidas essenciais para reduzir a incidência e a mortalidade da doença no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados que preocupam</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca os principais números da evolução do câncer colorretal entre beneficiários de planos de saúde:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Casos totais: Em 2015, foram registrados 1.954 diagnósticos; já em 2023, esse número saltou para 4.465, um aumento de 80,3%.</li>



<li>Incidência por 100 mil beneficiários: Passou de 5 casos, em 2015, para 8,8, em 2023.</li>



<li>Faixa etária: Apesar de mais prevalente em pessoas acima de 60 anos, houve crescimento significativo entre jovens de 20 a 39 anos e adultos de 40 a 59 anos.</li>



<li>Gênero: Em números absolutos, as mulheres foram mais diagnosticadas, mas, proporcionalmente, a incidência é maior entre os homens.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário global e projeções</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da incidência de câncer colorretal no Brasil acompanha uma tendência mundial. Em 2022, foram registrados 1,92 milhão de casos no mundo, com o Brasil ocupando a sétima posição no ranking global, somando 60,11 mil novos diagnósticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC) indica que, até 2040, o número de novos casos globais pode ultrapassar 3,2 milhões ao ano, um aumento superior a 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importância do diagnóstico precoce</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção precoce é o fator mais determinante para o sucesso do tratamento do câncer colorretal. Quando identificado em estágios iniciais, as chances de cura são significativamente maiores. Exames como a colonoscopia e a pesquisa de sangue oculto nas fezes desempenham papel essencial na identificação de lesões iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento varia conforme o estágio da doença e pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias mais modernas, como imunoterapia e terapias direcionadas. Avanços na medicina têm proporcionado abordagens menos invasivas, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acessar o estudo completo, acesse <a href="https://www.iess.org.br/biblioteca/tds-e-estudos/textos-para-discussao/td-109-cancer-colorretal-na-saude-suplementar?utm_source=sendpulse&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=estudo-do-ies-identifica-cresc">aqui</a>.</p>



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