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	<title>Octávio Nunes - NuOn Health</title>
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	<description>Consultoria &#38; Acesso em Saúde</description>
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	<title>Octávio Nunes - NuOn Health</title>
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		<title>Posicionamento da NuOn Health sobre novos modelos de pagamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Octávio Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 21:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acesso]]></category>
		<category><![CDATA[Modelos de Pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fórum Brasileiro sobre Sistemas de Saúde e Modelos de Pagamento Baseados em Valor, realizado nesta segunda-feira, dia 28 de agosto, em São Paulo, em parceria entre SBMF, NuOn Health e a consultoria Science &#38; Strategy, nos trouxe inúmeros insights e reflexões. Primeiro, em relação ao cenário atual sobre como os principais atores da cadeia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Fórum Brasileiro sobre Sistemas de Saúde e Modelos de Pagamento Baseados em Valor, realizado nesta segunda-feira, dia 28 de agosto, em São Paulo, em parceria entre SBMF, NuOn Health e a consultoria Science &amp; Strategy, nos trouxe inúmeros insights e reflexões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, em relação ao cenário atual sobre como os principais atores da cadeia de valor da saúde, sejam púbicos ou privados, estão interagindo. Hoje, não há diálogo nem interação para discutir a melhor forma de medir resultados e desfecho na atenção à saúde e ao acesso, em possível substituição ao modelo consagrado de remuneração por serviços prestados, conhecido como fee for service</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, todos concordam que é preciso encontrar um caminho de transformação e buscar alternativas que sejam viáveis para as características brasileiras e os sistemas de saúde. Se é assim, então, por que não estamos avançando no objetivo de garantir a sustentabilidade do sistema de saúde e, ao mesmo tempo, oferecer o melhor cuidado, assistência e tratamento ao paciente?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura do Fórum, o CEO da NuOn Health, Octávio Nunes, alertou para a necessidade de promover o diálogo e fortalecer a interlocução entre os stakeholders do mercado de saúde. A NuOn pretende ser a facilitadora deste processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Posicionamento</strong><br>A ideia de promover este debate sobre os novos modelos de pagamento baseados em valor decorre de uma oportunidade. Chega no momento exato em que estamos assistindo a um crescente movimento de transição do histórico modelo de pagamento conhecido como fee for service, para os modelos de remuneração baseados no desfecho e o que isso representa para o paciente e para o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que o movimento de transição pavimentará um caminho sem retorno para uma transformação no modelo assistência, mas, no caso do Brasil, será preciso, antes, estabelecer a relação entre causa e efeito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intensa discussão sobre alternativas possivelmente aplicáveis é consequência do modelo consagrado que leva em conta o pagamento por aquilo que é efetivamente realizado. E ainda hoje é considerada uma forma justa de remuneração pelo serviço prestado. Mas que agora vem sendo revista!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfrentar os enormes desafios que os sistemas de saúde têm diante de si, sem considerar a gestão eficiente, os recursos financeiros, econômicos, humanos e operacionais podem, de fato, pôr em risco os instrumentos capazes de tornar os sistemas realmente sustentáveis. A sustentabilidade é a grande preocupação dos gestores, sejam eles privados ou públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">> Primeiramente, pela pressão de demanda decorrente da pandemia que represou milhões de procedimentos, consultas, atendimentos, exames, terapias e cirurgias;<br>>  Depois, pelo aumento dos casos de câncer. Serão 704 mil casos por ano, pelo menos até 2025, de acordo com o INCA; com grande impacto nas ações de prevenção, diagnóstico e tratamento;<br>> Os desafios da transição demográfica que transformará o Brasil em um País de idosos. A população brasileira acima dos 60 anos irá dobrar e chegará a 70 milhões de pessoas em 2050. Quanto mais velho, mais suscetível a doenças o cidadão estará.<br>> Além do fenômeno do envelhecimento, ou da longevidade, será preciso lidar com o aumento das doenças cardiovasculares e de outras enfermidades e condições de saúde que nos afetam e que vão continuar pressionando os sistemas em ritmo acelerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a corrida científica e tecnológica, que nos últimos tempos abreviou processos, flexibilizou regulamentações e encurtou distâncias, avança em direção à nova fronteira da medicina e do conhecimento. A inteligência artificial, as terapias avançadas, (como as células Car-T para tratamentos altamente complexos); os diagnósticos personalizados, robôs, nanotecnologias; está em curso a transformação da assistência e do acesso à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, as barreiras regulatórias e os recursos financeiros e humanos continuarão sendo limitadores para que estes meios estejam acessíveis, gerando um descompasso entre as inovações tecnológicas e as necessidades dos sistemas e da nossa sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 75% dos brasileiros dependem exclusivamente do SUS e outros 25%, algo em torno de 50 milhões de pessoas, são assistidas por 680 operadoras ativas, de acordo com o Panorama da Saúde Suplementar, divulgado em julho pela ANS. Destaca-se aqui o relevante papel dos planos na assistência suplementar à saúde dos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente dos efeitos da maior crise sanitária que o mundo já viu e de suas lições e aprendizados; da grandiosidade do sistema de saúde brasileiro, um dos mais importantes do mundo; e da inescapável necessidade de buscar alternativas para a sustentabilidade, os dilemas do ecossistema da saúde permanecem praticamente intocados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos fatores justificam a falta de ações práticas para mudar o cenário de dificuldade. Para muitos gestores, a transição do modelo de pagamento por serviços pela modalidade “remuneração baseada em valor” esbarra na frágil interlocução entre prestadores de serviços e os pagadores. E tudo que envolve essa relação: os termos de negociação, os sistemas de informação, a falta de confiança nos dados disponíveis para a tomada de decisão ou, simplesmente, a incapacidade de fazer um gesto singelo de convidar um player importante do mercado para se sentar à mesa e alinhar temas comuns que afetam o ecossistema como um todo e não apenas partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma frase do pensador Leon Tolstói que diz: “Há quem passe por um bosque e veja somente a lenha para a sua fogueira”. Precisamos mudar isso!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a SBMF, a Science &amp; Strategy e a NuOn Health estão propondo é mais que uma reflexão. É uma trégua em meio a uma guerra silenciosa. Estamos propondo o início de um grande debate institucional, permanente, no qual muitos outros atores podem contribuir para que os modelos de pagamentos, os mais adequados para a realidade brasileira, possam prosperar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora, iniciaremos a construção de um movimento de transformação por meio de reuniões regulares, formação de grupos de trabalhos ou comitês institucionais para chegarmos ao Fórum Permanente sobre Sistemas de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos a certeza de que muitos especialistas contribuirão para a continuidade do diálogo, possibilitando que a discussão se torne objetiva e prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que possamos, verdadeiramente, sair da teoria e viabilizar o sistema em benefício do paciente brasileiro &#8212; o epicentro do acesso, onde tudo começa e onde tudo termina.</p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/posicionamento-da-nuon-health-sobre-novos-modelos-de-pagamento/">Posicionamento da NuOn Health sobre novos modelos de pagamento</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>É hora de se preparar￼</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Octávio Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2022 21:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Négocios]]></category>
		<category><![CDATA[Governo;]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por: Carla de Paula19 de dezembro de 2018nas editorias: Líderes e Práticas Segundo o relatório “Propostas de Reformas do Sistema Único de Saúde Brasileiro”, realizado pelo Banco Mundial, o envelhecimento da população levará a um aumento correspondente a 4% do PIB no gasto total com a saúde em 2050.Entre 1980 e 2015, o gasto federal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">por: <strong>Carla de Paula</strong><br>19 de dezembro de 2018<br>nas editorias: <strong>Líderes e Práticas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório “Propostas de Reformas do Sistema Único de Saúde Brasileiro”, realizado pelo Banco Mundial, o envelhecimento da população levará a um aumento correspondente a 4% do PIB no gasto total com a saúde em 2050.Entre 1980 e 2015, o gasto federal com a saúde cresceu mais rápido do que o PIB (a média de crescimento geométrico anual foi de 3,7% e 3,4% respectiva mente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado impressionante sobre o envelhecimento populacional no Brasil vem da pesquisa “A contrapartida do setor filantrópico para o Brasil” do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (FONIF), realizada pela DOM Strategy Partners. De acordo com o relatório, em 2000, para cada pessoa com mais de 60 anos, havia mais de sete pessoas entre 16 e 59 anos. Já para 2050, a expectativa é que esta relação caia para menos de duas pessoas por idoso (25% da população será idosa) e em 2060, uma em cada três pessoas terá mais de 60 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tais impactos exigem atenção sobre diversos assuntos, como de mobilidade urbana, da previdência social e da saúde. Pensando nisso, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) lançou o “Manual de Gerenciamento e Assistência ao Idoso”, com recomendações para que as instituições hospitalares possam&nbsp;planejar-se e garantir o atendimento ideal para os idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Martha Regina Oliveira, diretora executiva da Anahp, conta que a publicação, lançada durante a 6º edição&nbsp;do Congresso Nacional de Hospitais&nbsp;Privados (Conahp), em São Paulo, elucida sobre os desafios que gestores terão pela frente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Rever estruturas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>“O envelhecimento é um benefício para a população e um tema importante e atual. Precisamos envelhecer com qualidade e para isso vamos precisar reorganizar vários setores da nossa sociedade em função desse envelhecimento. Por exemplo, precisaremos rever as estruturas das cidades, transporte, ação social e saúde a fim de redesenhar nossa atuação em relação a esse envelhecimento. Assim, uma equipe do Grupo de Boas Práticas na Anahp, que produz manuais e protocolos, se debruçou para entender melhor como poderíamos ter um manual que ajudasse os hospitais. A ideia era produzir instrumentos para que as instituições pudessem utilizar e alcançar a melhoria no cuidado ao idoso com foco não só nos hospitais associados, mas para a sociedade como um todo. O ‘Manual de Gerenciamento e Assistência ao Idoso’ aborda desde a mudança de rotina, desafios, cuidados paliativos até doenças crônicas. ”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como se preparar?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong>“Vamos ter que reorganizar o sistema como um todo. Eu acho que teremos que ter a interface público/privada cada vez mais forte, seja na gestão ou no apoio à prestação de serviço. Propomos que cada instituição possa se organizar dentro da sua própria demanda. Por exemplo, hospitais maiores que tenham maior demanda de idoso, vão ter que se preparar de uma forma. Já os menores e com menor demanda irão agir de outra forma. Assim, o livro também contempla maneiras diferentes de organização, já que não temos que preparar somente os hospitais, mas também outros tipos de cuidado para lidar com o envelhecimento. Há a importância de uma atenção primária ou atenção especializada ambulatorial focada no idoso, além de um acompanhamento multiprofissional com equipe de enfermagem, nutrição, fisioterapia e reabilitação. O Manual traz exemplos muito simples, mas que transformam muito o desfecho do idoso. Temos que entender o benefício que o paciente terá para a qualidade de vida se pudermos fazer com que a sua funcionalidade não diminua ou que ele saia do hospital com a mesma funcionalidade que ele entrou. ”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Olhar próximo e integral</strong><br>“Nós vamos ter que fazer a capacitação dos profissionais para todos os níveis de atenção, desde enfermeiros, cuidadores e médicos. Também temos que entender o cuidado ao idoso, ele não precisa estar limitado a um geriatra. Afinal, temos uma quantidade muito pequena no Brasil deste especialista e nós não teríamos tempo para formar esses profissionais diante da atual demanda. Por isso, os idosos podem e devem ser cuidados por médicos generalistas que estejam preparados para olhar o paciente dentro das suas complexidades e interações. Ou seja, precisamos da capacitação para entender as especificidades e depositar um olhar próximo e integral. ”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boas experiências</strong><br>“No mundo, temos várias boas experiências que envolvem, por exemplo, uma política de proteção de cuidadores na Alemanha e até uma política de cuidado mais global com relação à atenção ao idoso na Holanda ou em outros países europeus ou canadenses. Inclusive temos exemplos no Brasil que podemos nos debruçar. O que a gente precisa é fazer com que isso chegue na população como um todo. ”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio para a qualidade de vida</strong><br>“Envelhecemos graças ao avanço da tecnologia e de novas drogas. Isso são aspectos importantes para a expectativa de vida que estamos alcançando. Hoje, a tecnologia mundial com relação ao idoso tem evoluído não só para a saúde, mas também para uma interação de apoio social e para a integração com a sociedade. Vamos precisar disso na saúde brasileira também.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esta matéria foi publicada na </strong><a href="https://informativo.grupomidia.com/healthcare-management-57-edicao"><strong>57ª edição da revista Health</strong></a></p><p>The post <a href="https://nuonhealth.com.br/e-hora-de-se-preparar/">É hora de se preparar￼</a> first appeared on <a href="https://nuonhealth.com.br">NuOn Health</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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